Vale do Colchagua: melhores vinícolas, roteiro e dicas de viagem
O Vale do Colchagua é uma das regiões de enoturismo mais famosas da América do Sul e, para muitos viajantes, uma das melhores do Chile.
Localizado ao sul de Santiago, o vale combina vinhos premiados, paisagens bonitas, hotéis entre os vinhedos, restaurantes de alta gastronomia e experiências sofisticadas.
Santa Cruz é a principal cidade turística da região e funciona como uma excelente base para visitar as vinícolas de localidades como Apalta, Cunaco, Palmilla, Peralillo e Lolol.
A região é conhecida principalmente pelos vinhos tintos. A Carménère, considerada uma das uvas mais emblemáticas do Chile, divide espaço com Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Merlot e Cabernet Franc.
Ficou interessado em conhecer? Então vamos começar pelas informações essenciais para organizar a viagem.
Resumo da viagem
📍 País: Chile
🍇 Região: Vale do Colchagua, na região de O’Higgins
🏙️ Cidade-base: Santa Cruz
💰 Moeda: peso chileno — CLP
🗣️ Idioma: espanhol
✈️ Aeroporto: Aeroporto Internacional de Santiago — SCL
🚗 Distância de Santiago: aproximadamente 180 quilômetros
⏱️ Tempo de viagem: entre 2h30 e 3h
⭐ Melhor época: primavera, verão e período da vindima
⏳ Tempo ideal: de dois a quatro dias
🚘 Transporte recomendado: motorista, transfer ou passeio organizado
🍷 Uvas de destaque: Carménère, Cabernet Sauvignon, Malbec e Syrah
O que você encontrará neste guia
- O básico sobre o Vale do Colchagua
- Vale a pena conhecer o Vale do Colchagua?
- Documentação para entrar no Chile
- Quando ir ao Vale do Colchagua?
- Como chegar?
- Quantos dias ficar?
- Onde se hospedar?
- Como se locomover?
- Melhores vinícolas do Vale do Colchagua
- Como reservar as vinícolas?
- Melhores restaurantes
- O que fazer além das vinícolas?
- Roteiros pelo Vale do Colchagua
- Quanto custa a viagem?
- Quantas garrafas de vinho trazer ao Brasil?
- Destinos para combinar
- Perguntas frequentes
- Nosso veredito
O básico sobre o Vale do Colchagua
O Vale do Colchagua está localizado na região central do Chile, ao sul de Santiago, e faz parte da região de O’Higgins.
Santa Cruz é a principal cidade turística e concentra hotéis, restaurantes, museus, lojas e serviços. Por isso, costuma ser a melhor base para quem visita a região pela primeira vez.
O vale ganhou reconhecimento internacional pela produção de vinhos tintos de alta qualidade, principalmente Carménère, Cabernet Sauvignon, Syrah, Malbec e cortes de inspiração bordalesa.
Além dos vinhos, o destino oferece experiências como cavalgadas, passeios de bicicleta, degustações guiadas, atividades de blending, spas, hotéis boutique, restaurantes premiados e visitas culturais.
Vale a pena conhecer o Vale do Colchagua?
Sim. O Vale do Colchagua vale especialmente a pena para viajantes que gostam de vinho, gastronomia, hotéis de charme e experiências em meio à natureza.
Algumas vinícolas oferecem muito mais do que degustações. É possível fazer passeios de bicicleta ou a cavalo pelos vinhedos, participar da montagem de um blend personalizado, almoçar em restaurantes premiados, observar o céu em um observatório e até subir de teleférico.
Embora seja possível fazer um bate-volta saindo de Santiago, dormir na região permite visitar as propriedades sem pressa, aproveitar os restaurantes e evitar longos deslocamentos no mesmo dia.
O destino é especialmente indicado para:
- casais em viagem romântica ou lua de mel;
- viajantes interessados em enoturismo;
- pessoas que procuram hotéis de charme;
- amantes de gastronomia;
- quem deseja complementar uma viagem a Santiago.

Documentos para viajar ao Chile
Para brasileiros, viajar ao Chile é relativamente simples. O país participa dos acordos do Mercosul que facilitam a entrada de turistas brasileiros.
RG ou passaporte
O brasileiro pode entrar no Chile apresentando:
- carteira de identidade válida, em bom estado e com fotografia atual;
- ou passaporte válido.
Embora seja comum recomendar um RG emitido há menos de dez anos, o mais importante é que o documento esteja bem conservado e permita identificar claramente o viajante.
Não são aceitos como documento de viagem:
- Carteira Nacional de Habilitação;
- carteira profissional;
- certidão de nascimento;
- RG muito antigo, danificado ou com fotografia desatualizada.
Brasileiros precisam de visto para o Chile?
Brasileiros não precisam solicitar visto antecipado para viagens turísticas de curta duração.
A permanência normalmente pode ser autorizada por até 90 dias, respeitando a decisão da imigração chilena e as regras vigentes na data da viagem.
Declaração Jurada SAG–Aduanas
O Chile possui controles sanitários rigorosos para impedir a entrada de pragas e doenças.
O viajante deve informar se transporta produtos de origem animal ou vegetal, alimentos, sementes, plantas, artesanato e outros itens sujeitos à inspeção.
Em caso de dúvida, declare o produto. O problema não é necessariamente transportá-lo, mas deixar de informar sua posse.
Comprovantes que podem ser solicitados
A imigração pode pedir:
- passagem de volta ao Brasil ou de saída do Chile;
- comprovante de hospedagem;
- endereço da acomodação;
- comprovação de recursos financeiros;
- roteiro básico da viagem.
Leve os documentos no celular e mantenha cópias disponíveis sem conexão com a internet.
Moeda e cartões
A moeda oficial é o peso chileno, identificado pela sigla CLP.
Cartões de crédito e débito internacionais são amplamente aceitos em hotéis, restaurantes, lojas e vinícolas. Mesmo assim, vale manter uma pequena quantidade de dinheiro para pedágios, gorjetas e estabelecimentos menores.
No nosso caso, sempre viajamos com nossos cartões Wise carregados com Euros, dólares ou com a moeda local do nosso destino. Dessa vez usamos o Wise com dólares carregados.
Caso você deseje abrir sua conta na Wise, clique aqui e aproveite o desconto das taxas na sua primeira transferência de até R$3000,00.
Seguro viagem
O seguro viagem não costuma ser obrigatório para turistas brasileiros, mas é altamente recomendado.
Consultas, exames, internações e outros atendimentos médicos podem representar uma despesa elevada no Chile.
Escolha um plano com cobertura para:
- despesas médicas e hospitalares;
- atendimento odontológico;
- extravio de bagagem;
- cancelamento de viagem;
- traslado;
- repatriação.
Quando ir ao Vale do Colchagua?
O clima do Vale do Colchagua é quente e temperado, com verões secos e invernos mais chuvosos. A escolha do mês pode mudar bastante a paisagem e o tipo de experiência.
Primavera no Vale do Colchagua
Outubro e novembro apresentam vinhedos verdes, temperaturas agradáveis e boas condições para atividades externas.
É uma ótima época para caminhar entre as parreiras, andar de bicicleta, cavalgar e fotografar as paisagens.
Verão no Vale do Colchagua
Entre dezembro e fevereiro, as temperaturas são mais altas e as chuvas menos frequentes.
É uma boa época para aproveitar hotéis com piscina, passeios ao ar livre e refeições nos terraços das vinícolas. Use protetor solar, chapéu e roupas leves. Mesmo no verão, leve um agasalho para a noite.
Vindima no Vale do Colchagua
Março e abril estão entre os melhores meses para quem deseja viver o enoturismo de forma mais intensa.
Durante a vindima, diversas propriedades promovem atividades ligadas à colheita, degustações especiais, almoços harmonizados e eventos. É também um período bastante procurado. Reserve hotéis, restaurantes e visitas com antecedência.
Inverno no Vale do Colchagua
Entre maio e agosto, as temperaturas são mais baixas e a chuva é mais frequente. Junho costuma exigir atenção especial.
O período não impede a viagem, mas é menos indicado para quem prioriza paisagens verdes e atividades externas. Por outro lado, pode ser uma boa época para degustações internas, gastronomia e hospedagens com spa.
Melhor época para cada experiência

| Período | Características | Melhor para |
|---|---|---|
| Outubro e novembro | Temperaturas agradáveis e paisagens verdes | Primavera e passeios ao ar livre |
| Dezembro a fevereiro | Dias quentes, secos e ensolarados | Piscinas, cavalgadas, enoturismo e visitas |
| Março e abril | Vindima e colheita das uvas | Enoturismo e eventos |
| Maio a agosto | Período mais frio e chuvoso | Gastronomia, hotéis e degustações internas |
Como chegar ao Vale do Colchagua?
O principal ponto de entrada para viajantes brasileiros é Santiago. A capital chilena fica a aproximadamente 180 quilômetros de Santa Cruz.

De carro saindo de Santiago
A viagem costuma levar entre 2h30 e 3h, dependendo do trânsito, das condições da estrada e da localização da hospedagem.
O carro oferece liberdade para visitar diferentes cidades e vinícolas, mas não é a melhor solução para quem pretende participar de várias degustações.
Só se atente para o fato de que há fiscalização nas estradas e a combinação de bebida alcoólica com direção é tão indesejável e passível de punição como no Brasil. No nosso caso, Armando não consome álcool, portanto sempre tem a possibilidade de dirigir.
Com transfer ou motorista particular
Contratar um motorista é uma das alternativas mais seguras e confortáveis.
Além de evitar a combinação entre álcool e direção, o serviço permite criar um roteiro personalizado e organizar melhor os horários.
Em passeio organizado
Excursões compartilhadas costumam incluir transporte, uma ou mais vinícolas e, em alguns casos, almoço.
É uma boa opção para quem dispõe de apenas um dia, embora ofereça menos liberdade do que um roteiro privativo.
De ônibus até Santa Cruz
Também é possível chegar de ônibus.
Entretanto, as vinícolas ficam espalhadas e o transporte público local não atende adequadamente todas as propriedades.
Quem chega de ônibus deve contratar motorista, táxi, transfer ou passeio para circular pela região.
Quantos dias ficar no Vale do Colchagua?
O ideal é reservar entre dois e quatro dias.
Esse período permite visitar as vinícolas sem pressa e incluir restaurantes, museus e experiências especiais.
Tempo recomendado
| Duração | O que é possível fazer |
|---|---|
| 1 dia | Visitar uma ou duas vinícolas em um bate-volta |
| 2 dias | Conhecer até quatro vinícolas e Santa Cruz |
| 3 dias | Fazer um roteiro equilibrado com gastronomia e museus |
| 4 dias | Incluir hotel de luxo e experiências especiais |
Evite marcar mais de duas ou três vinícolas no mesmo dia.
Além do tempo das visitas, é necessário considerar os deslocamentos, degustações e refeições.
Onde ficar no Vale do Colchagua?
Santa Cruz
Santa Cruz oferece a maior concentração de hotéis, restaurantes, lojas e serviços.
É a escolha mais prática para uma primeira viagem e para quem deseja circular à noite sem ficar isolado em uma propriedade rural.
Hotéis entre os vinhedos
Para uma experiência mais imersiva, considere uma hospedagem rural ou um hotel integrado a uma vinícola.
Essas propriedades costumam oferecer:
- vistas para os vinhedos;
- degustações;
- gastronomia;
- piscinas;
- spas;
- atividades privativas.
ViBo Wine Lodge, na Viu Manent
O ViBo Wine Lodge é uma das experiências mais exclusivas de enoturismo no Chile.
O hotel boutique conta com apenas oito lofts distribuídos entre parreiras de Malbec, sendo uma ótima escolha para quem deseja viver o vinho de forma imersiva.
O empreendimento pertence à tradicional Viu Manent e permite combinar hospedagem com degustações de vinhos premium e atividades como a montagem de um blend personalizado.
Entre as experiências disponíveis estão:
- passeios a cavalo pelos vinhedos;
- passeios de bicicleta entre as parreiras;
- piscina e jacuzzis ao ar livre;
- spa e atividades de bem-estar;
- degustações de Malbec, Carménère, Merlot e outros vinhos.
O complexo também abriga o restaurante Rayuela Wine & Grill, especializado em gastronomia chilena e carnes.
É uma opção especialmente indicada para casais, lua de mel e viagens românticas.
Veja aqui abaixo outras opções de hospedagem na região.
Como se locomover pelo Vale do Colchagua?
As vinícolas ficam espalhadas por diferentes localidades.
Por isso, não é recomendável depender exclusivamente de transporte público.
Motorista particular
É a alternativa mais confortável para quem deseja degustar vinhos e montar um roteiro personalizado.
Passeios compartilhados
São indicados para quem viaja sozinho, dispõe de pouco tempo ou deseja reduzir o custo do transporte.
Carro alugado
O carro oferece liberdade, mas um integrante do grupo deverá abrir mão das degustações ou consumir apenas quantidades mínimas.
Nunca dirija depois de consumir bebidas alcoólicas.
Contrate motorista, transfer, passeio organizado ou utilize o transporte oferecido pela hospedagem.
Melhores vinícolas do Vale do Colchagua
O Vale do Colchagua reúne grandes produtores chilenos, vinícolas familiares, projetos de arquitetura impressionante e propriedades voltadas para experiências gastronômicas.
Faça as reservas previamente nos sites oficiais. Muitas visitas funcionam apenas com horário marcado.
🍷Viña Montes
A Viña Montes é uma das vinícolas mais icônicas do Chile e uma referência no Vale do Colchagua, especialmente na sub-região de Apalta, considerada um dos grandes terroirs do país.
A empresa foi pioneira no segmento de vinhos premium e ajudou a fortalecer a presença dos vinhos chilenos no mercado internacional.
Curiosidades da Viña Montes
- As barricas amadurecem ao som de cantos gregorianos.
- A arquitetura da adega foi inspirada em princípios do feng shui.
- Anjos aparecem como elementos simbólicos da marca e da propriedade.
Principais vinhos da Montes
- Montes Alpha: linha premium com boa relação entre preço e qualidade.
- Purple Angel: um dos Carménère mais conhecidos do Chile.
- Alpha M: vinho de alta gama.
- Folly: Syrah produzido em encostas de Apalta.
Em 2025, a Montes ocupou a 10ª posição no ranking The World’s 50 Best Vineyards.
Fuegos de Apalta
A propriedade abriga o Fuegos de Apalta, restaurante associado ao chef argentino Francis Mallmann e conhecido pela cozinha com fogo.
🍷Clos Apalta
Localizada em Apalta, a Clos Apalta pertence ao grupo Lapostolle, fundado pela família Marnier-Lapostolle, ligada à criação do licor Grand Marnier.
O estilo dos vinhos é inspirado nos grandes châteaux de Bordeaux. A produção é limitada e voltada para rótulos de alta gama.
Características dos vinhos
- Presença marcante de Carménère.
- Blends com Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.
- Longo período de envelhecimento em barricas francesas.
O grande destaque é o vinho Clos Apalta, que já foi escolhido “Wine of the Year” pela revista Wine Spectator e frequentemente recebe notas elevadas da crítica especializada.
Arquitetura da Clos Apalta
- Adega vertical distribuída em vários níveis.
- Produção orientada pelo uso da gravidade.
- Estrutura integrada à montanha.
- Uma das adegas mais impressionantes do Chile.
Em 2025, a Clos Apalta ocupou a 65ª colocação no ranking mundial de experiências em vinícolas.
🍷Viu Manent
A Viu Manent foi fundada em 1935 por uma família de origem catalã e está localizada em Cunaco, no coração do Vale do Colchagua.
Diferentemente de projetos mais formais e luxuosos, apresenta uma proposta acolhedora, tradicional e conectada à história da família.
Principais uvas e vinhos
- Carménère.
- Malbec.
- Cabernet Sauvignon.
- Syrah.
Entre os rótulos mais conhecidos estão:
- Viu 1: um dos vinhos de maior prestígio da casa.
- Viu 8 — Cuvée Infinito: blend de produção limitada.
- El Incidente: Carménère de alta gama.
A Viu Manent ficou em 19º lugar no The World’s 50 Best Vineyards de 2024 e em 40º lugar na edição de 2025.
Experiências na Viu Manent
- passeios pelos vinhedos;
- degustações;
- atividades de blending;
- cavalgadas;
- hospedagem no ViBo Wine Lodge;
- refeições no Rayuela Wine & Grill.
Viña Santa Cruz
A Viña Santa Cruz é uma das propriedades mais diferentes da região.
Sua proposta combina enoturismo, cultura, arqueologia, astronomia e paisagem em Lolol.
Vinhos da Viña Santa Cruz
- Carménère;
- Cabernet Sauvignon;
- Syrah;
- Sauvignon Blanc;
- Chardonnay.
O que fazer na Viña Santa Cruz?
- subir de teleférico ao Cerro Chamán;
- conhecer peças relacionadas às culturas Mapuche, Aymara e Rapa Nui;
- visitar o observatório astronômico;
- conhecer o Museu do Automóvel;
- participar de degustações.
É uma das melhores opções para famílias e para quem deseja variar as experiências além das degustações.
Viña MontGras
A MontGras combina tradição familiar, inovação e forte compromisso com práticas sustentáveis.
Além do Vale do Colchagua, a empresa possui vinhedos em outras regiões chilenas, como Maipo e Leyda, explorando diferentes terroirs.
Principais linhas
- Ninquén: blend premium de Cabernet Sauvignon e Syrah.
- Antu: linha voltada para parcelas e expressão de terroir.
- Quatro: blend moderno e acessível.
- Handcrafted: linha criativa e experimental.
- Organic: vinhos orgânicos e veganos.
A produção possui forte presença de Cabernet Sauvignon, Carménère e Syrah, além de brancos provenientes de regiões de clima mais frio.
🍷Casa Silva
Fundada em 1892, a Casa Silva permanece sob o comando da mesma família e se tornou uma referência na produção de Carménère.
Principais linhas
- Microterroir de Los Lingues: vinhos estruturados e elegantes.
- Altura: linha premium com potencial de guarda.
- Cool Coast: vinhos provenientes de uma área com influência marítima.
Uvas de destaque
- Carménère;
- Cabernet Sauvignon;
- Syrah;
- Sauvignon Blanc.
A experiência enoturística pode incluir:
- passeios a cavalo;
- campo de polo;
- restaurante com gastronomia chilena;
- coleção de carros antigos.
🍷Laura Hartwig
A Laura Hartwig é uma vinícola boutique familiar, conhecida pela produção de vinhos premium em pequena escala e por uma experiência mais intimista.
A história da propriedade remonta a 1928.
A família começou a produzir seus próprios vinhos na década de 1990, mantendo forte controle sobre as diferentes etapas do processo.
Principais uvas
- Cabernet Sauvignon;
- Carménère;
- Merlot;
- Malbec;
- Cabernet Franc;
- Petit Verdot.
Rótulos de destaque
- Laura: blend de inspiração bordalesa, produzido em quantidades limitadas e apenas em safras selecionadas.
- Edición de Familia: blend premium que combina potência e elegância.
- Selección del Viticultor: linha de varietais com perfil expressivo e moderno.
Viña Maquis
A Maquis está situada entre os rios Tinguiririca e Chimbarongo, em uma localização privilegiada do Vale do Colchagua.
A proximidade dos rios ajuda a moderar as temperaturas, reduz o risco de geadas e favorece a maturação equilibrada das uvas.
A filosofia da propriedade privilegia a mínima intervenção e a expressão do terroir.
Características da Maquis
- vinhos frescos e elegantes;
- forte presença de Cabernet Franc e Carménère;
- uso equilibrado de madeira;
- produção relativamente pequena;
- experiência intimista e autêntica.
Rótulos de destaque
- Maquis Franco: Cabernet Franc de alta gama.
- Maquis Viola: Carménère premium.
- Maquis Gran Reserva: linha de blends e varietais.
- Maquis Lien: corte com identidade chilena.
🍷VIK Winery e Vale de Cachapoal
A VIK não fica no Vale do Colchagua.
Ela está localizada em Millahue, no Vale de Cachapoal, e pode ser incluída como uma extensão separada.
A propriedade é um dos projetos de enoturismo mais impressionantes do Chile, combinando vinhos premium, arquitetura, arte, hotelaria, gastronomia e sustentabilidade.
Sua abordagem integra natureza, tecnologia, baixa intervenção e divisão dos vinhedos em diferentes microterroirs.
Principais vinhos da VIK
- VIK: rótulo ícone da propriedade.
- Milla Cala: blend elegante.
- La Piu Belle: vinho conhecido também por sua proposta artística.
Experiências
- hotel de luxo integrado à paisagem;
- suítes decoradas individualmente;
- restaurante com foco no terroir;
- spa;
- degustações;
- passeios a cavalo;
- passeios de bicicleta.
A VIK alcançou a primeira posição no The World’s 50 Best Vineyards de 2025, depois de ocupar o terceiro lugar em 2023 e o segundo em 2024.
Comparativo das principais vinícolas
| Vinícola | Principal destaque | Perfil |
|---|---|---|
| Montes | Vinhos icônicos e Fuegos de Apalta | Primeira viagem e gastronomia |
| Clos Apalta | Arquitetura e vinho Clos Apalta | Luxo e alta gama |
| Viu Manent | Tradição, Malbec e experiências | Casais e viagem completa |
| Santa Cruz | Teleférico, cultura e museus | Famílias |
| MontGras | Sustentabilidade e diversidade | Enoturismo descontraído |
| Casa Silva | Carménère, polo e carros antigos | História e tradição |
| Laura Hartwig | Produção boutique | Visita intimista |
| Maquis | Cabernet Franc e terroir entre rios | Autenticidade |
Como reservar as vinícolas?
Faça as reservas diretamente nos sites oficiais das vinícolas.
Muitas propriedades não aceitam visitantes sem horário marcado. Geralmente é exigido o pagamento antecipado. Infelizmente não existe um consolidador como no Brasil existe o WineLocals.com.
Antes de reservar, confira:
- idioma da visita;
- duração da experiência;
- quantidade de vinhos incluídos;
- disponibilidade de almoço;
- política para crianças;
- regras de cancelamento;
- distância até a próxima vinícola.
Programe no máximo duas ou três experiências por dia. Algumas visitas com almoço podem ocupar três ou quatro horas.
Melhores restaurantes do Vale do Colchagua
A gastronomia é uma parte importante da experiência no vale.
Diversas vinícolas possuem restaurantes próprios e menus pensados para harmonizar com seus rótulos.
Fuegos de Apalta — Viña Montes
O restaurante associado ao chef Francis Mallmann utiliza diferentes técnicas de preparo com fogo e oferece uma das experiências gastronômicas mais conhecidas da região. Este é o nosso preferido, já visitamos os restaurantes do chef em Mendoza, aqui e Miami. Super Recomendo.
Rayuela Wine & Grill — Viu Manent
O Rayuela combina carnes, pratos chilenos e vinhos da Viu Manent em um ambiente integrado aos vinhedos. Foi uma agradável surpresa, além de delicioso, nos proveu um delicioso piquenique para nosso Reveillon no hotel da vinícola.
Club House — Casa Silva
O restaurante da Casa Silva combina gastronomia chilena, vinhos da propriedade e vista para as instalações ligadas ao polo.
Casa Colchagua
A Casa Colchagua é outra alternativa para experimentar produtos e sabores regionais.
Faça reservas antecipadamente, principalmente durante a vindima, feriados e fins de semana.
O que fazer além das vinícolas?
Museu de Colchagua
Localizado em Santa Cruz, o Museu de Colchagua reúne diferentes coleções relacionadas à história, arqueologia, cultura e formação territorial do Chile.
Centro de Santa Cruz
Aproveite para caminhar pela praça principal, conhecer lojas, restaurantes, cafés e construções históricas.
Passeios a cavalo
Vinícolas e hotéis oferecem cavalgadas pelos vinhedos e áreas rurais. Vimos este passeio na Vinícola Viu Manent.
Passeios de bicicleta
Algumas propriedades disponibilizam bicicletas para explorar os vinhedos.
Dê preferência a atividades dentro das propriedades e evite estradas movimentadas.
Lolol
A pequena cidade de Lolol é conhecida por sua arquitetura rural, história e proximidade de atrações como a Viña Santa Cruz.
Roteiro de dois dias pelo Vale do Colchagua e VIK
Este roteiro é possível, mas será bastante intenso. Para conhecer a VIK com tranquilidade, o ideal seria acrescentar pelo menos mais um dia.
Dia 1 — VIK e chegada a Santa Cruz
- Saída de Santiago no início da manhã.
- Viagem até Millahue, no Vale de Cachapoal.
- Visita guiada e degustação na Viña VIK.
- Almoço no restaurante Pavilion ou em outro restaurante da propriedade.
- Saída durante a tarde em direção a Santa Cruz.
- Check-in em Santa Cruz ou no ViBo Wine Lodge.
- Jantar e descanso.
A VIK oferece degustações, experiências entre os vinhedos e almoço no restaurante Pavilion. Reserve toda a programação previamente.
Dia 2 — Viu Manent e Apalta
- Visita à Viu Manent pela manhã.
- Almoço no Rayuela Wine & Grill.
- Visita à Viña Ventisquero, no vinhedo La Roblería, em Apalta.
- Retorno a Santiago no fim da tarde.
A Ventisquero oferece experiências e degustações no vinhedo La Roblería. A propriedade não inclui transporte, portanto será necessário contratar motorista ou transfer.
O que ficou de fora?
Para encaixar a VIK e a Ventisquero em apenas dois dias, seria necessário retirar:
- Museu de Colchagua;
- Clos Apalta;
- Viña Montes.
Caso Montes ou Clos Apalta sejam prioridades, recomendamos o roteiro de três ou quatro dias.
Roteiro de três dias pelo Vale do Colchagua e VIK
Esta é a duração mínima que recomendamos para combinar a VIK com algumas das principais vinícolas do Vale do Colchagua.
Dia 1 — VIK e Santa Cruz
- Saída cedo de Santiago.
- Visita à Viña VIK, em Millahue.
- Degustação guiada.
- Almoço no restaurante Pavilion.
- Continuação da viagem até Santa Cruz.
- Check-in no hotel.
- Passeio pelo centro de Santa Cruz, caso ainda haja tempo.
- Noite em Santa Cruz ou no ViBo Wine Lodge.
Dia 2 — Viu Manent e Apalta
- Visita à Viu Manent pela manhã.
- Almoço no Rayuela Wine & Grill.
- Visita à Viña Ventisquero no período da tarde.
- Retorno a Santa Cruz.
- Jantar na cidade.
A Viu Manent fica em Cunaco, enquanto a experiência da Ventisquero acontece em Apalta. Como haverá degustações, faça o roteiro com motorista particular ou transfer.
Dia 3 — Montes ou Clos Apalta
Escolha uma das duas alternativas:
Opção 1 — Viña Montes
- Visita à Viña Montes pela manhã.
- Almoço no Fuegos de Apalta.
- Museu de Colchagua durante a tarde, caso o horário permita.
- Retorno a Santiago.
Opção 2 — Clos Apalta
- Visita à Clos Apalta pela manhã.
- Almoço em Apalta ou Santa Cruz.
- Museu de Colchagua durante a tarde.
- Retorno a Santiago.
Não recomendamos visitar Montes e Clos Apalta no mesmo dia quando o roteiro também inclui um almoço longo. As experiências são mais proveitosas quando realizadas sem pressa.
Roteiro de quatro dias pelo Vale do Colchagua e VIK
O roteiro de quatro dias oferece a melhor combinação entre vinícolas, gastronomia, cultura e descanso.
Dia 1 — VIK e Millahue
- Saída de Santiago pela manhã.
- Visita guiada à Viña VIK.
- Degustação de vinhos.
- Almoço no restaurante Pavilion.
- Tempo para apreciar a arquitetura e a paisagem da propriedade.
- Hospedagem na VIK, Puro Vik ou deslocamento até Santa Cruz.
Caso o orçamento permita, dormir na propriedade transforma a visita à VIK em uma experiência completa, com gastronomia, spa e atividades entre os vinhedos.
Dia 2 — Santa Cruz e Viu Manent
- Saída para Santa Cruz, caso tenha dormido em Millahue.
- Visita à Viu Manent.
- Almoço no Rayuela Wine & Grill.
- Museu de Colchagua.
- Passeio pelo centro de Santa Cruz.
- Noite em Santa Cruz ou no ViBo Wine Lodge.
Dia 3 — Apalta: Ventisquero e Montes
- Visita à Viña Ventisquero pela manhã.
- Almoço no Fuegos de Apalta.
- Visita à Viña Montes durante a tarde.
- Retorno ao hotel.
A Ventisquero e a Montes ficam na região de Apalta, tornando essa combinação geograficamente coerente. A programação deve respeitar os horários oferecidos pelas duas propriedades.
Dia 4 — Clos Apalta, Casa Silva ou Viña Santa Cruz
Escolha a opção mais adequada ao seu perfil.
Opção 1 — Clos Apalta
- Visita à Clos Apalta.
- Almoço na região.
- Retorno a Santiago.
Indicada para quem prioriza arquitetura, vinhos de alta gama e uma experiência sofisticada.
Opção 2 — Casa Silva
- Visita à Casa Silva.
- Almoço na propriedade.
- Experiências relacionadas aos vinhedos, ao polo e à história da família.
- Retorno a Santiago.
Indicada para quem procura tradição, gastronomia e Carménère.
Opção 3 — Viña Santa Cruz e Lolol
- Visita à Viña Santa Cruz.
- Teleférico até o Cerro Chamán.
- Visita às atrações culturais e ao Museu do Automóvel.
- Almoço na região.
- Retorno a Santiago.
Indicada para famílias e para quem deseja incluir cultura e paisagens no roteiro.
Roteiro de cinco dias: opção mais completa
Para visitar VIK, Ventisquero, Viu Manent, Montes e Clos Apalta sem pressa, cinco dias representam a duração mais confortável.
Dia 1 — VIK
- Viagem de Santiago até Millahue.
- Visita, degustação e almoço na VIK.
- Hospedagem na propriedade ou nas proximidades.
Dia 2 — Santa Cruz e Viu Manent
- Deslocamento até Santa Cruz.
- Viu Manent.
- Almoço no Rayuela Wine & Grill.
- Museu de Colchagua.
- Hospedagem em Santa Cruz ou no ViBo Wine Lodge.
Dia 3 — Ventisquero e Montes
- Ventisquero pela manhã.
- Almoço no Fuegos de Apalta.
- Montes durante a tarde.
Dia 4 — Clos Apalta
- Visita completa à Clos Apalta.
- Almoço tranquilo.
- Tarde livre no hotel.
- Spa, piscina, bicicleta ou cavalgada.
Dia 5 — Casa Silva ou Viña Santa Cruz
- Visita à propriedade escolhida.
- Almoço.
- Retorno a Santiago.
Quanto custa viajar para o Vale do Colchagua?
O custo depende da época, do padrão de hospedagem, das degustações e do tipo de transporte contratado.
Principais gastos
| Categoria | O que influencia o preço |
|---|---|
| Hospedagem | Localização, categoria, vindima e fins de semana |
| Degustações | Quantidade de vinhos e exclusividade |
| Restaurantes | Almoço convencional ou menu harmonizado |
| Transporte | Carro, motorista privado ou passeio coletivo |
| Atividades | Cavalgadas, blending, museus e experiências privativas |
Para economizar:
- viaje durante a semana;
- escolha uma hospedagem no centro de Santa Cruz;
- combine uma experiência premium com visitas mais simples;
- reserve com antecedência;
- evite a alta procura da vindima caso não seja sua prioridade.
Quantas garrafas de vinho posso trazer do Chile?
Existem regras aduaneiras brasileiras e políticas específicas de cada companhia aérea.
É necessário respeitar ambas.
Limite da Receita Federal
O limite quantitativo aplicável à bagagem do viajante maior de 18 anos é de 12 litros de bebidas alcoólicas. Isso equivale a aproximadamente 16 garrafas de 750 mililitros.
As compras também integram a cota de valor aplicável à entrada por via aérea ou marítima. Caso o viajante ultrapasse os limites, deverá fazer a declaração e poderá haver cobrança de imposto.
Regras da companhia aérea
A quantidade permitida, a forma de embalagem e o peso dependem das condições da empresa aérea e da franquia contratada.
Na mala despachada:
- proteja as garrafas individualmente;
- utilize embalagens próprias;
- distribua bem o peso;
- confira a franquia da passagem.
Na bagagem de mão, líquidos comprados antes do controle de segurança não podem ser levados normalmente em volumes superiores ao permitido.
Bebidas compradas no free shop da área de embarque podem seguir regras específicas e devem permanecer lacradas e acompanhadas do comprovante.
Onde comprar vinho em Santiago?
- Jumbo: grande variedade, desde rótulos básicos até vinhos premium.
- La Vinoteca: loja especializada com ampla seleção.
- Supermercado Diez: rede voltada para bebidas e procurada por seus preços.
Destinos para combinar com o Vale do Colchagua
Santiago
Santiago é a principal porta de entrada e merece pelo menos três ou quatro dias.
Para quem procura uma área moderna e bem estruturada, Las Condes é uma boa região para hospedagem, com restaurantes, comércio e acesso ao Costanera Center.
Pullman Santiago El Bosque
O Pullman Santiago El Bosque fica em Las Condes, próximo a restaurantes, comércio e estações de metrô.
Turistas estrangeiros podem ter isenção do IVA sobre a hospedagem quando cumprem as condições previstas pela legislação chilena e pelo estabelecimento.
Confirme as regras diretamente com o hotel. O hotel também participa do programa de fidelidade ALL — Accor Live Limitless.
Encontre na caixinha abaixo a hospedagem ideal para você.
Vale de Casablanca
O Vale de Casablanca fica entre Santiago e Valparaíso, a cerca de uma hora da capital.
É uma excelente extensão para quem gosta de vinhos brancos e espumantes.
A influência do Oceano Pacífico, a neblina matinal conhecida como camanchaca e as temperaturas mais baixas favorecem vinhos frescos, aromáticos e elegantes.
Principais uvas
- Sauvignon Blanc: cítrico, herbal e mineral.
- Chardonnay: fresco ou com passagem por barrica.
- Pinot Noir: leve e delicado.
- Riesling e Syrah em menor escala.
🍷Viña Casas del Bosque
A Casas del Bosque foi fundada em 1993 e ajudou a consolidar o Vale de Casablanca como referência internacional em vinhos de clima frio.
Em 2025, ocupou a 42ª posição no The World’s 50 Best Vineyards.
Entre as experiências estão:
- degustações guiadas;
- passeios de bicicleta;
- piqueniques;
- experiências de blending;
- Restaurante Tanino;
- Casa Mirador.
Casa Viñamar
A Viñamar é conhecida principalmente pela produção de espumantes elaborados com Chardonnay e Pinot Noir.
A propriedade trabalha com diferentes métodos e estilos, incluindo:
- Brut;
- Extra Brut;
- Rosé;
- Demi-Sec.
O complexo também abriga o restaurante Macerado, que oferece gastronomia contemporânea chilena e experiências harmonizadas.
Vinhos Orgânicos Emiliana
A Viña Emiliana é uma das vinícolas mais inovadoras do Chile e uma referência mundial em produção de vinhos orgânicos e biodinâmicos. Fundada em 1998, foi pioneira na conversão de uma vinícola convencional para um modelo de agricultura sustentável, tornando-se hoje a maior produtora de vinhos orgânicos do Chile e uma das maiores do mundo. (Emiliana)
O que torna a Emiliana especial?
- 🌱 Produção 100% orgânica e biodinâmica, certificada por organismos internacionais.
- 🐑 Utiliza ovelhas, galinhas, alpacas e outros animais para auxiliar naturalmente no manejo dos vinhedos, reduzindo o uso de máquinas e produtos químicos.
- 🌍 Forte compromisso com sustentabilidade, comércio justo e redução da pegada de carbono, acumulando diversas certificações ambientais ao longo de sua história. (Emiliana)
Principais vinhos
Entre os rótulos mais conhecidos estão:
- Gê – primeiro vinho biodinâmico certificado da América Latina, ícone da vinícola.
- Coyam – blend premium que figura entre os vinhos mais premiados da Emiliana.
- Adobe – linha de excelente custo-benefício, bastante conhecida internacionalmente.
- Novas – vinhos orgânicos que expressam diferentes terroirs chilenos.
- 57 Rocas – linha premium focada em Carmenère, Cabernet Sauvignon e Malbec. (Emiliana)
Visitação
A principal experiência turística acontece na propriedade do Vale de Casablanca, localizada na Ruta 68, entre Santiago e Valparaíso. Os visitantes percorrem os vinhedos, a horta orgânica, conhecem as práticas biodinâmicas e finalizam o passeio com degustações de vinhos. Há também um tour premium dedicado ao vinho Gê, acompanhado de queijos ou chocolates orgânicos. (Emiliana)
Vale a pena visitar?
Sem dúvida. A Emiliana é uma excelente escolha para quem deseja conhecer um lado diferente do enoturismo chileno. Enquanto vinícolas como Montes, Clos Apalta e VIK impressionam pela arquitetura e pelos vinhos de luxo, a Emiliana se destaca pela conexão com a natureza, pela filosofia sustentável e pela oportunidade de entender como funciona a viticultura orgânica e biodinâmica na prática. Ela combina especialmente bem com um roteiro pelo Vale de Casablanca, junto com vinícolas como Casas del Bosque, Bodegas RE, Matetic e Viñamar.
Vale do Maipo
Localizado mais próximo de Santiago, o Vale do Maipo permite conhecer outra importante região produtora de Cabernet Sauvignon.
Dicas práticas para visitar o Vale do Colchagua
- Reserve vinícolas e restaurantes antecipadamente.
- Não marque mais de duas ou três vinícolas no mesmo dia.
- Considere o tempo de deslocamento entre as propriedades.
- Contrate um motorista para os dias de degustação.
- Leve protetor solar, chapéu e água no verão.
- Use roupas em camadas durante a primavera e o outono.
- Confirme o idioma da visita.
- Verifique se crianças são aceitas.
- Reserve hospedagem com antecedência durante a vindima.
- Consulte os horários oficiais antes de sair.
Vale do Colchagua: nosso veredito
O Vale do Colchagua é um dos destinos de enoturismo mais completos da América do Sul.
A região consegue combinar vinhos premiados, vinícolas históricas, projetos de arquitetura impressionante, restaurantes reconhecidos e hotéis integrados aos vinhedos.
Para uma primeira visita, recomendamos pelo menos duas noites em Santa Cruz ou em uma propriedade rural.
Dessa forma, é possível conhecer diferentes estilos de vinícolas sem transformar a viagem em uma sequência apressada de degustações.
Entre as experiências imperdíveis estão a arquitetura da Clos Apalta, os vinhos e o restaurante da Montes, a hospitalidade da Viu Manent e as atrações culturais da Viña Santa Cruz.
Com planejamento, reservas antecipadas e um motorista para os dias de degustação, o Vale do Colchagua pode se tornar um dos pontos altos de qualquer viagem ao Chile.
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