Grand Canyon Helicóptero
2017

Passeio de Helicóptero pelo Grand Canyon – EUA

Passeio de Helicóptero pelo Grand Canyon – EUA


Grand Canyon Helicóptero

Grand Canyon Helicóptero

Boa noite pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje vou contar um pouco dessa aventura que participamos enquanto estávamos em Las Vegas.


Iniciamos o passeio ainda aqui no Brasil ao pesquisarmos sobre que empresa usaríamos para fazer o passeio. Escolhemos buscando pela reputação, e para isso usamos muitas fontes de informações, tripadvisor, outros blogs, viator, etc. Em determinado momento chegamos a pensar em escolher um passeio de um dia inteiro oferecido por aí na internet, que te leva até o parque bem cedinho de ônibus/van, passeia com você por lá e depois faz um sobrevoo curto de helicóptero, mas vimos que gastaríamos um bom tempo que não tínhamos disponível, além do preço ser próximo ao do passeio indo e voltando de helicóptero.

A empresa escolhida foi a Maverick Helicópteros – que inclusive possui site em português, acesse clicando aqui. O passeio que optamos fazer foi o WIND DANCER AIR AND LANDING TOUR, a duração do passeio é de aproximadamente 04 horas.

Existem várias opções de passeios, tanto indo para o Grand Canyon, quanto passeando por Las Vegas. Voos de dia, de noite, no pôr do sol, tem de tudo.


Você faz a reserva pelo site (não paga nada ainda), onde escolhe a data e a hora do voo. Há um opcional neste caso de se fazer o passeio e pegar o pôr do sol lá do alto, mas você fica meio preso ao horário de saída, além de ter que pagar um adicional. Sem este opcional o passeio custa US$544,00 por pessoa.

Na data e hora marcada com a empresa, um ônibus te recolhe no seu hotel e te leva ao aeroporto de Las Vegas, para uma área que fica bem ao lado da Las Vegas Strip. É bem perto da zona hoteleira, uns 10 minutos de trajeto.

Quando chegamos, fazemos todos os procedimentos normais para um check-in de um voo, a única diferença aqui, é que esta é a hora de pagar pelo voo. Pode-se usar o cartão de crédito ou dinheiro. São oferecidos opcionais como a gravação de todo o voo em DVD (que é enviada depois do voo diretamente para sua casa, você preenche um envelope com seus dados e depois do voo eles gravam o DVD e te enviam por correio ), fotos, roupas e diversos souvenirs. A estrutura do lugar é bem legal, se seu voo for muito cedo e não der tempo de tomar café no hotel, use a pequena Starbucks que eles tem por lá.

É feito um briefing de segurança com todos que vão voar juntos, depois todos colocam o colete salva vidas e embarcam – apesar do voo ser feito quase todo sobre o deserto, preferiria um para quedas. Uma dica aqui é não levar muita coisa, você realmente não precisará, além de não poder embarcar com bolsas muito grandes.

O helicóptero comporta até 7 passageiros, a distribuição de pessoas é feita de acordo com o balanço de peso de cada um que vai sair. Conosco viajaram mais dois casais, no outro helicóptero que saiu junto para no mesmo roteiro a carga foi total.


Saímos e de cara tivemos o impacto da bonita vista de Las Vegas do alto, sensacional! Sem contar a visão de todo o aeroporto e seu movimento – eu adoro aviação, fiquei fascinado com a complexidade e o movimento do aeroporto. Depois de algumas manobras acertando a altura e o curso do helicóptero em direção ao Grand Canyon, seguimos direto.

No caminho, sobrevoamos a fabulosa represa Rover. O piloto vai nos contando a história de cada lugar pelos quais passamos, desde a construção da cidade, a cidade de apoio que foi construída para os operários, passando pela construção da represa e as vilinhas que existem no meio do caminho entre Las Vegas e o Grand Canyon.

Quando chegamos ao nosso ponto de pouso eu não acreditei que o helicóptero desceria ali, um lugar no meio do canyon, mal dá para ver de longe. Quando nos aproximamos dá para ver uma pequena estrutura para receber turistas, com mesas e bancos, onde depois do pouso o piloto nos oferece drinks alcoólicos e não alcoólicos, além de um leve lanche.

Ficamos parados ali por uns 45 minutos a uma hora, eu aproveitei para tirar fotos de todos os jeitos do Grand Canyon. A sensação é de extrema pequenez, frente a grandiosidade da natureza, é quase esmagadora de tão impressionante. Milhares de anos do rio correndo por aquelas terras e aqueles paredões enormes te cercando. Dá vontade de ficar mais um pouco, mas uma hora chega a nossa hora de ir embora.

 


Por curiosidade, quem quiser ir de carro de Las Vegas ao ponto em que fomos do Grand Canyon gastará 4 horas por trecho. Nós gastamos no tempo total do passeio essas 4 horas, contando o trajeto, a estada no Canyon, o sobrevoo pela represa Rover e os dois pousos (um no Canyon e uma breve parada para reabastecimento já no retorno para Las Vegas).

Quem quiser optar pelo carro, recomendo que procurem a opção de dormir uma ou duas noites em hotéis dentro do parque.


Durante a ida o piloto nos mostrou uma área de reserva onde vivem cavalos selvagens dos EUA, os famosos mustangues – os que inspiraram o famoso carro – eles devem passar meio apertado, pois há pouquíssima vegetação no caminho, apesar de haver água às margens da represa.

Um aviso, há quem enjoe com o voo de helicóptero, para isso há as clássicas sacolinhas de papel. Uma moça no outro helicóptero passou bastante mal, não deve ter aproveitado muito a viagem.

Após o pouso em Las Vegas, o pessoal te leva de volta para o seu hotel, ou onde você escolher dentro da zona hoteleira, é só combinar antes. Super recomendo!

Pois bem, vou ficando por aqui, espero que aproveitam bastante este passeio, se já tiverem feito outro tipo de ida ao Grand Canyon e quiserem contribuir com sua experiência, podem deixar seu comentário. Agradeço a todos a atenção!


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2017

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte final

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte final

Boa noite pessoal, tudo certo com vocês? Espero que sim. Como prometido, hoje farei a conclusão do post que comecei na passada falando sobre Paraty. Então vamos ao que interessa.



Atrações:

Centro histórico de Paraty

O centro histórico de Paraty é sensacional, cheio de coisas legais para se conhecer. É uma região pequena, mais ou menos 16 quarteirões que vão do porto até a rua Abel Oliveira, uma área de 5 x 6 quarteirões. Ali você encontrará igrejas, museus, bares, restaurantes, teatro, pousadas, hotéis, cachaçarias, ufa… tem para todos os gostos. Nós demos sorte de pegar a cidade toda enfeitada para a festa de Corpus Christi, onde haviam bandeirolas e o pessoal montando o tradicional tapete por onde passa a procissão, deu um ar ainda mais colorido à cidade.

Uma particularidade que as vezes dificulta a vida no centro histórico é a água do mar que invade algumas ruas mais próximas do porto quando, alguns a chamam de “acqua alta” em referência a maré alta que invade a Praça São Marcos em Veneza, na Itália. Bom, fora o inconveniente de não poder passar, a água associada aos prédios coloridos da cidade rende ótimas fotos para quem passa por ali.

Pensei em criar um roteiro para que vocês seguissem diretamente de um ponto a outro, mas pensando bem, o mais interessante é ir desbravando cada cantinho do local, a área é pequena, dá para percorrer tranquilamente, só tomem cuidado com o piso irregular e as rochas usadas como calçamento, as vezes elas ficam escorregadias.

 

Cada esquina do centro histórico rende ótimas fotos, é impressionante verificar o cuidado que alguns moradores e comerciantes dispendem em suas propriedades, ainda mais em tempos de crise. Poucos lugares turísticos são tão bem preservados como o centro histórico de Paraty.

Como falei no primeiro post sobre a cidade – consulte aqui –  Paraty era o começo, ou final, da Estrada Real – Rota do Ouro, muitos dos antigos moradores eram comerciantes e exportadores, a cidade também é conhecida pela presença forte da maçonaria, que deixou sua marca expressa  em símbolos maçônicos na fachada dos seus prédios, dá um toque ainda mais colorido e misterioso aos prédios da cidade – sem teorias da conspiração quanto a maçonaria por favor.

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Centro histórico de Paraty

Não deixe de visitar as igrejas do centro histórico de Paraty, dentre elas, destaco a Igreja Matriz –  a Nossa Senhora dos Remédios ( aberta de segunda a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30. Nos sábados, das 8h às 12h e de 13h às 16h. Entrada: R$ 3,00 ) ela fica na Praça da Matriz, há também a Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Rua do Comércio; outra igreja que vale a visita é a Igreja Nossa Senhora das Dores, conhecida como Capelinha. Um programa diferente é visitar a Igreja de Santa Rita é lá que funciona o Museu de arte sacra da cidade, fica no  Largo de Santa Rita.

Paraty possui vários eventos ao longo do ano, em todas as épocas você encontrará algo bom para fazer por lá. O calendário oficial de eventos da prefeitura pode ser encontrado aqui.


 

Trindade 

Trindade está localizada a 35km de Paraty, percurso este que você fará em aproximadamente 40 minutos, não adianta correr pois uma boa parte da estrada é bem traiçoeira, com muitas curvas, subidas e descidas.

Trindade é uma pequena vila de pescadores e está toda localizada dentro da área de proteção ambiental do Cairuçu. A vila possui restaurantes e pousadas para quem desejar se hospedar por lá, assim também como alguns campings. Todos eles com padrões muito mais simples do que o encontrado em Paraty.

As principais atrações da região são a Praia do Meio, Piscinas naturais do Cachadaço e Praia do sono, além de trilhas ecológicas que podem ser feitas na zona de mata atlântica que circula a região.

 

Praia do Meio

A praia do Meio fica a uma curta caminhada do centrinho de Trindade, 10 minutos ou menos. A praia é lindíssima, possui uma pequena estrutura com algumas barracas que além de alugar cadeiras e guarda sol, também vendem algumas coisas para os visitantes (principalmente bebidas) há ainda algumas opções mais limitadas de petiscos para comer ali mesmo na praia. Gostei bastante da praia, dá para passar o dia “de boa”.

Piscinas Naturais do Cachadaço

Da praia do meio sai a trilha que leva às piscinas naturais do Cachadaço. No outro canto da praia numa tenda comandada por uma cooperativa de barqueiros, você pode comprar o passeio para as piscinas indo de barco, o custo será de R$ 30,00 ida e volta, e o trajeto é feito em pequenos barcos com 5 passageiros, a viagem não dura mais que 10 minutos. É super tranquilo, ao comprar o passeio você ganha uma pulseira de identificação, o que te garante a volta, – se tiver ido pela trilha e quiser voltar de barco, também dá para fazer, é só entrar na fila e conversar com o barqueiro –  o passeio é super tranquilo.

Qual dos dois escolher? Depende da sua disposição em andar ou em pagar – os caras da cooperativa aceitam dinheiro e cartões.

 


Praia do Sono

Antes de iniciar a descida da serra rumo a Trindade, haverá uma bifurcação, indicando a entrada do condomínio Laranjeiras, se quiser visitar a praia do sono você deverá seguir por este caminho. O condomínio Laranjeiras é um residencial de altíssimo nível com toda infraestrutura possível e imaginável para qualquer condomínio, as casas possuem inclusive suas próprias áreas de embarque e desembarque para barcos, além de heliporto ( do condomínio, não de uma casa específica), marina do condomínio (seca e molhada).

A segurança por lá é imensa, você chega e estaciona seu carro a uns 500mts do condomínio, na vila dos pescadores, de lá você embarca numa van até a área de embarque nos barcos. Não é permitido sair e circular pelo condomínio, só se você for morador ou convidado. O embarque é feito rapidamente, geralmente há barqueiros disponíveis a qualquer hora. A passagem custa R$30,00 por pessoa/trecho. O barco te leva diretamente para a praia do sono, a viagem deve durar 15 a 20 minutos, o mar ali é maravilhoso. Avistamos peixes e tartarugas na região, tudo muito lindo. A chegada na praia do sono é a parte mais emocionante da viagem, uma dica: segure-se bem.

Esqueci de falar, existe uma trilha para aqueles corajosos que não estão muito afim de pagar pelo passeio de barco, mas aviso, é bem puxada.

A praia possui algumas barracas caso você queira consumir alguma coisa por lá, mas aviso novamente, o ambiente é bem rústico, não vá esperando nada rebuscado porque não há. E é mesmo bom que não haja, uma vez que esta foi uma das praias mais bonitas que visitei nos últimos tempos, lindíssima, com água verde/azul de uma tonalidade que não estamos acostumados por aqui, vale muito a pena que ela fique mesmo intocada.

A faixa de areia é bem larga, propícia para uma boa acomodação ou prática de esportes. Recomendo uma subidinha no começo da trilha em direção ao condomínio para uma visão mais ampla de toda a praia. Há por ali também uma pequena área para camping, que diga-se de passagem, no dia em que fomos estava bem cheia.

O retorno é feito também com os barqueiros que ficam esperando por clientes, basta dar seu nome (e os R$30,00 por pessoa) e esperar sua vez de ir.



Passeio de barco

Uma super dica para quem está a passeio por Paraty é fazer um passeio de barco pela baía de Paraty. Há três opções, ou você compra um passeio de escuna, ou aluga uma traineira ou ainda aluga uma lancha rápida.

Você encontrará passeios de escuna sendo vendidos em profusão por toda a cidade, os passeios devem custar em torno de R$ 60,00 a R$100,00 por pessoa, dependendo do que você tem incluído, mas o detalhe que como tudo que é feito para muita gente, não há charme, é linha de produção mesmo. A Escuna vai sair do porto entre 9h e 10h da manhã e vai nos principais pontos – seguindo um roteiro e horários já equematizados –  com o percurso total durando aproximadamente 5 horas, a coisa ruim é que você ali é mais um, e onde for, haverá até 60 pessoas para dividir aquele espaço contigo (talvez mais ).

Outra opção de passeio é para quem realmente tem disposição para gastar dinheiro  –  passeios privados em lanchas rápidas – cheguei a ver alguns por R$1.000,00 a diária (duração a combinar). Creio que com este tipo de lancha até dê para dar uma esticada até o Saco de Mamanguá. Mesmo sendo uma proposta interessante, não estava no meu orçamento.

Minha super dica é optar pelo aluguel de uma traineira. Neste modelo de passeio você escolhe a hora de sair – recomendo sair antes do horário das escunas, uma vez que você ficará com as praias praticamente desertas, apenas para seu desfrute – o tempo do passeio você determina, pode até optar por ficar mais ou menos tempo num determinado lugar que gostou, ou sair mais cedo de um que não gostou. Ainda há a possibilidade de levar sua bebida e comida. Você achará os barqueiros diretamente no porto, e pode fechar com algum deles por ali mesmo.

A traineira que alugamos era do comandante Luciano, Bom Passeio, cobrava por hora R$100,00. Ele não negocia muito o valor, mas digo a todos que vale a pena. Ele foi muito simpático, além de ter um barco muito bem arrumado, com colchões e almofadas a sua disposição. A traineira dele leva até 12 pessoas, portanto, fazendo as contas e comparando com o passeio das escunas vale muito a pena. Juntando um grupo de 12 pessoas eu recomendo muito mais a traineira que as escunas. Usando o mesmo tempo de trajeto vocês estariam pagando e torno de R$41,00 pelo passeio completo. O telefone do Luciano é 24-99908-9210. Acreditem em mim, vale muito a pena optar por este passeio.

Paramos na praia vermelha no começo da tarde e almoçamos por lá, o lugar era do tipo “pé na areia” mas bem estruturado.  Os restaurantes da praia vermelha possuem uma lancha que apanha os passageiros nos barcos e leva até a praia, você não precisa se molhar para sair do barco.

Durante o nosso passeio fomos a lugares paradisíacos, como a Praia da Lula, Praia Vermelha, Lagoa Azul além de visitar diversas ilhas da região (Ilha da Bexiga, do Mantimento, Duas Irmãs). Recomendo bastante.

Praia da Lula

Lagoa azul

Praia vermelha

 


 

Praia de São Gonçalo

Outra super dica para você passar um dia agradabilíssimo é pegar a estrada em direção ao Rio de Janeiro pela BR-101, até a praia de São Gonçalo – o percurso tem aproximadamente 32 km. Ao chegar em São Gonçalo você encontrará dois estacionamentos na margem da estrada, dali partem os passeios para as ilhas do Pelado e do Cedro.

A praia de São Gonçalo é um pouco suja, e tem a areia escura, exatamente porque ali do lado desemboca um rio de águas bem escuras, mas a praia em si não é suja. De qualquer maneira, a grande atração do local são as ilhas de frente da praia de São Gonçalo e das praias do Iriri e do Cão Morto.

A travessia para a ilha do Pelado é feita numa traineira contratada pelo pessoal da Barraca da Beth, você paga R$20,00 para ir e voltar, não há frequências muito regulares para a saída dos barcos, depende de demanda, se quiser sair, se programe com um pouquinho de antecedência, marque seu lugar com a dona da barraca, ela solicita o barco se não tiver nenhum por ali.

As ilhas são paradisíacas, a água é transparente de uma forma que ainda não havia visto no Brasil. Como as ilhas são abrigadas na baía, todas possuem águas extremamente calmas, o que eu acho uma delícia – há quem goste de muitas ondas, se for o seu caso, dirija-se para a praia do sono ou praia do meio.

Aproveitem na Ilha do Pelado as delícias do Bar da Beth, os preços não são nada extraordinários, batem bem com os preços do continente. Algumas pessoas levam sua bebida e comida para a ilha, mas como se trata de uma área de preservação ambiental e em respeito a quem vai lá depois de você, certifique-se de não deixar nada na ilha.

Depois da ilha do Pelado, alugamos um barco rápido para ir até a ilha do Cedro, onde ficamos na barraca do Nelson, o trajeto dura uns 15 minutos na lancha rápida e custou R$ 30,00 por pessoa. Tanto a barraca do Nelson quanto a da Beth na outra ilha possuem poucas cadeiras, e é para ser assim mesmo. Portanto, se quiser pegar lugar é bom chegar cedo, especialmente no verão. Nossas fotos ficaram ótimas, mas ainda não dão a dimensão real do que você vê por lá, um mix de mata e praia que eu ainda não tinha visto. Recomendo demais a visita.

Ilha do Pelado

Ilha do Cedro


 

Restaurantes

Por último, mas não menos importante, os bons restaurantes de Paraty. Durante nossa estada comemos em três restaurantes que a meu ver enquadram-se na categoria sensacional de restaurantes, e são dignos de serem visitados, todos eles exploram as gostosuras da culinária caiçara, aliando ambiente agradável e muito bem montado com atendimento impecável. Nestes quesitos todos os três estão no mesmo nível de excelência, o que vai mudar de um para outro são os sabores.

Os preços não são exatamente populares, mas dá para fazer uma força e comer muito bem um dia ou outro, os restaurantes são:

Banana da Terra, com o destaque para os pratos de camarões e barriga de porco.
Bartholomeu, menção muito honrosa para a barriga de porco de entrada e a picanha recheada (se for pedir a picanha, saiba que é muita comida, dá para umas três pessoas comerem tranquilos).
Quintal da Letras, anexo da pousada Literária, minha esposa comeu um peixe, estilo moquequinha e eu comi uma carne, estavam deliciosos os pratos, além da sobremesa com o trio de creme brulee de sabores regionais.

Ficamos na vontade, apesar de todas as recomendações,  de comer no Thai, um restaurante Tailandês que fica bem no centro histórico, deixamos este aqui para uma nova visita.

Banana da Terra

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Camarões e arroz negro no Banana da Terra

Bartholomeu

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Aperitivo barriga de porco no Bartholomeu

Antes de terminar, gostaria de fazer uma menção e um agradecimento a minha esposa Bruna, que além de fazer a maioria das fotos aqui apresentadas, também abrilhanta a cena em algumas delas. Meu muito obrigado por tudo.

Pessoal, vou ficando por aqui, espero que vocês tenham gostado do relato de nossa visita a Paraty. Sugestões e comentários são sempre bem vindos. Obrigado pela visita.

Abaixo segue o mapa com os endereços de todos os pontos comentados no post.


Mapas

A parte 1 deste post também pode ser consultada aqui.

2017

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte 1

Dicas de viagem para Paraty – RJ

Boa tarde pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Tivemos dois meses muito atribulados por aqui, mas já passou, pretendo continuar a frequência de atualizações semanais que vinha praticando. Pois bem, vamos ao post sobre nossa recente viagem realizada em junho de 2017.

Paraty é uma cidade linda que fica no litoral sul do Rio de Janeiro e fica a 258km do Rio de Janeiro e 269km de São Paulo. Durante o período colonial brasileiro, Paraty foi seu maior porto exportador de ouro, a cidade era o final, ou o início (depende do ponto de vista), do caminho velho da Estrada Real, que ia dali até Vila Rica em Minas Gerais.

A região é muito conhecida pela cultura caiçara, pelos quilombos ali instalados e também pelos engenhos que existiam por lá, hoje transformados em boas cachaçarias. De fato, na época do Brasil colônia, “uma Paraty” era sinônimo de uma dose de cachaça. Ainda hoje a cachaça da região é muito apreciada, vale experimentar.


Período ideal para ir?

O melhor período para visitar qualquer local vai variar com o interesse da sua viagem. Por exemplo, se procuramos praia o ideal é pegarmos um período sem chuvas e com sol. Se quisermos esquiar por sua vez, vamos procurar um período onde no local visitado vá haver neve e por aí adiante.

Em Paraty ao longo do ano, as temperaturas não variam muito, a mínima não desce mais do que 16C (geralmente no período da noite) e a máxima não passa de 32C. No meu entendimento o que vai definir o melhor período para visitar Paraty vai ser o índice pluviométrico, que como nosso gráfico mostra logo abaixo, os melhores meses são os meses do inverno, isso mesmo, os meses do inverno.

Junho, julho e agosto te proporcionarão dias de sol (em nossa última viagem eu bobeei com o protetor solar que até cheguei a ficar com a pele vermelha no segundo dia), com uma probabilidade de chuva bem mais baixa. Nestes meses há a possibilidade de vocês encontrarem as coisas um pouco mais caras e agitadas por coincidirem com meses de férias escolares, nessa época a cidade tende a ficar um pouco cheia.

No verão também há uma demanda elevada, que é tradicionalmente a época em que mais tiramos nossas férias por aqui no Brasil – “se eu resolver ir em janeiro eu vou necessariamente pegar chuva?” Não! A ideia não é essa, pode ser que os 256 mm de chuva de janeiro caiam todos em uma semana só e nas demais o sol brilhe forte, isso quem define é a natureza. O verão também é uma ótima época, mas com a probabilidade muito maior de pegar chuva. Prestem atenção as barras verdes no gráfico abaixo.

clima_paraty

Gráfico do clima


Como se locomover?

O deslocamento em Paraty é um assunto fácil a ser tratado, a minha recomendação é que você vá de carro! O centro histórico é super fácil de ser percorrido a pé – aliás, o centrinho mesmo você só irá percorrê-lo a pé, ele é fechado para carros –  mas alguns pontos de maior interesse (que mostrarei mais adiante) são todos mais distantes, e você  fatalmente necessitará de carro. Lugares como Trindade, Praia do Sono, Ilha do Cedro e Ilha do Pelado vão demandar deslocamentos de mais de 30 minutos e com transporte público não muito efetivo ou não muito conveniente.

A única ressalva que faço com relação ao carro é para quem vai ficar em hotel/pousada/casa no centro – ou nas imediações – e não pretende ir para lugares um pouco afastados. Se sua ideia é só curtir o centro histórico e fazer um passeio de barco pela região, você realmente não vai usar muito o carro e poderá até abrir mão de sua utilização.

Há linhas regulares de ônibus do Rio para Paraty pela viação Costa Verde, em dias úteis a viação possui 12 frequências  partindo do terminal Novo Rio. De São Paulo são 5 frequências utilizando a viação Reunidas, os ônibus partem do terminal Tietê. O terminal rodoviário de Paraty fica muito perto do centro histórico e uma corrida de taxi até seu hotel não será nada exorbitante (vale a pena pagar o taxi, para evitar de arrastar malas pelas ruas de pé de moleque – dependendo de onde for seu hotel, você não escapará disso, vale combinar o pickup com seu hotel se estiver disponível).

Deixo no link a seguir uma simulação para uma semana de aluguel de carro partindo do aeroporto de Guarulhos.


Quanto tempo ficar?

Para mim a solução para a equação do tempo de estadia é bem complicada de se acertar. Entendo que o período ideal para se cobrir os pontos de interesse de Paraty é de 4 a 7 dias, considerando sempre os interesses de cada um. Para quem quer aproveitar tudo com mais calma, 7 dias serão ótimos, você poderá repetir um restaurante que gostou muito, uma praia legal, passar uma manhã de bobeira na piscina de seu hotel/pousada – caso haja.

Por outro lado, quem quer cobrir o básico e indispensável e já partir para outro pouso,  4 dias vão ficar ótimos e deixam sempre aquele gostinho de quero mais, aquela promessa constante de que uma hora voltaremos ali.

Mais que sete dias só se você gostar muito da região ou tiver outros interesses (como eventos,  parentes e amigos por lá, por exemplo).


Chegadas e Saídas

A principal via de chegada e saída de Paraty é a BR-101, seja vindo do litoral paulista ou vindo do Rio de Janeiro. Para quem vem de São Paulo – capital – ou saindo do aeroporto de Guarulhos, usará a BR-116 – Dutra – indo até Guaratinguetá, e ali pegando a BR-459 e indo diretamente até Paraty passando por Cunha.

Segue o mapa com as rotas partindo do Rio e de São Paulo. Além dos principais pontos de interesse da cidade.


Hospedagem

Ficamos hospedados na Pousada do Príncipe, chegamos bem tarde vindos do Rio de Janeiro, ainda assim havia um recepcionista para nos receber com cara de sono mas feliz. O checkin foi super rápido, já estava tudo separadinho para nossa estadia. O atendente foi super atencioso, gastou um tempinho nos explicando tudo que havia por ali e no final nos ajudou com as malas até o quarto. Assim como ele, todo o staff do hotel foi muito atencioso e nos atendeu a contento em todas as nossas demandas.

A pousada possui uma boa infraestrutura, com piscina, restaurante, jardins agradáveis onde pode-se ler e relaxar. O café da manhã é simples, mas bem gostoso. De noite no primeiro dia, não queríamos sair e pedimos dois pratos tailandeses servidos por eles, estavam muito gostosos, recomendo.

Não gostei muito do acesso a internet, mas isso nunca é essencial para minha escolha de uma acomodação, funcionava, mas a velocidade era baixa.

Os quartos eram bons e funcionais, o serviço de quarto funcionou perfeitamente bem, a limpeza era impecável.

Gostei muito da decoração e da história da propriedade, nos disseram que ela já pertenceu a antiga família real portuguesa,  inclusive pelos corredores vê-se a árvore genealógica da família – desde Dom João VI.

Caso seja do interesse uma hospedagem boa e com preço acessível, recomendo este hotel. Reservas podem ser feitas pelo booking, clicando aqui.

 

Outras boas opções de hospedagens são os  hotéis a seguir:

Pousada Literária de Paraty – super pousada, situada no centro histórico e com um restaurante excelente junto a ele (falo do restaurante no próximo post).

Pousada do Ouro – ótima pousada no centro histórico, tradicional em Paraty e bastante procurada, também fica no centro histórico.

Pousada do Sandi – boa pousada, fica fora do centro histórico, mas tão perto quanto a pousada do Príncipe.

Preços e disponibilidades para as três pousadas podem ser encontradas neste link aqui.


No próximo Post eu falarei sobre cada um dos pedaços do paraíso, ou melhor, sobre cada uma das atrações da cidade, assim como dicas de excelentes restaurantes por lá – aguardem e confirmem.

Muito obrigado, boa noite e até a próxima semana.

Para ver a parte final do roteiro a Paraty, clique aqui.

2017

Dicas de Viagem – Que chip de celular usar nos EUA – Travel Mobile, America Mobile ou operadora tradicional?

Dicas de Viagem – Que chip de celular usar nos EUA – Travel Mobile, America Mobile ou operadora tradicional?

Olá pessoal, muito boa noite, como estão? Espero que todos bem.

O assunto que abordarei hoje é bem controverso, há quem dispense o uso de smartphone em suas viagens pelo exterior, haja vista os altos custos inerentes ao roaming, especialmente o de dados – se optar por uma das operadoras brasileiras os custos podem chegar a R$29,90 ao dia apenas para usar dados, sem direito a ligações – estes felizardos desligam o aparelho e o deixam na gaveta e só ligam novamente no retorno.

Outra categoria de turistas não dispensa o smartphone, o leva durante a viagem mas opta por pegar carona nas redes wi-fi disponíveis no destino, deixando apenas os dados celulares desabilitados (uma boa dica em cidades grandes é procurar um starbucks, lá sempre tem wi-fi livre).

E há também, aqueles que como eu, se puder não fica sem usar, ainda mais pensando que podemos economizar uma grana dispensando aluguéis de GPS em locadoras de veículos ou com apps de carros de aluguel, para pedir comida, etc. Todos eles existem em profusão por aí.

Pois bem, em nossas três últimas visitas aos EUA (2014, 2015 e 2017) eu optei por usar um chip de lá, especialmente para dados (apesar dos pacotes também disponibilizarem serviço de voz), cada uma das vezes usamos um serviço diferente. Segue aqui um resumo do que achei de cada um deles, e seus prós e contras.

T-Mobile America
Mobile
Travel
Mobile
Facilidade
de aquisição do chip
Apenas em lojas físicas nos EUA ou pela internet em endereços
nos EUA
Entrega em casa no Brasil via sedex (sedex pago a parte) Entrega em casa no Brasil via sedex (sedex pago a parte)
Cobertura EUA EUA EUA, Europa, Canadá, América Latina, Caribe e Ásia – dependendo da operadora e plano
escolhido. Para efeito de comparação, o plano apresentado trata de uso nos
EUA
Compra
pelo site
Não para o Brasil Sim Sim
Envio de
chip para o Brasil
Não Sim Sim
Website https://www.t-mobile.com/ https://americanetmobile.com/ https://www.travelmobile.biz
Site em
português
Não Sim Sim
Facilidade
de instalação
Fácil Médio Fácil
Valor do
chip
 US$25,00  US$0,00  US$20,00
Plano  Simply Prepaid  US$90,00  Lyca 50 da
Lycamobile
Valor do
pacote
 US$45 ou US$55  US$90,00  US$50,00
Minutos  Ilimitado dentro dos
EUA
Ilimitado para fixos e móveis nos EUA, além de fixos no Brasil e
100 minutos para móveis no Brasil.
Ilimitado para locais e interurbanos dentro dos EUA e US$0,0=
1 o
minuto para fixos no Brasil e US$0,05 para celulares no Brasil, o chip vem
carregado com US$5,00)
Dados  4GB ou 6GB 5GB 5GB
Hotspot  Sim Sim Sim
Vantagens Operadora com estrutura própria. Você usa um chip com 2 números, um do Brasil e um dos EUA, se
alguém do Brasil precisar te ligar, usa o número brasileiro sem pagar
interurbano.
Chip reaproveitável, há a possibilidade de realizar recarga e
usar em mais de uma viagem. Facilidade de aquisição, na ativação do chip e
rapidez na entrega do chip. Cobertura mundial.
Desvantagens  Ao desembarcar você
precisará procurar uma loja da T-Mobile e adquirir seu chip.
preço N.A.
Local onde foi usado
NYC Flórida Califórnia, Nevada e NYC

Para efeito de usabilidade, relato minhas experiência reais, para efeito de comparação de preços, todas as pesquisas foram refeitas no dia 01/06/2017 diretamente no site das respectivas operadoras.

No geral, as três operadoras funcionaram muito bem, com uma ressalva negativa para uma falha que percebemos na America Mobile num determinado dia durante nossa viagem pela Flórida, estávamos indo para o Universal Studios e neste dia a navegação de dados parou de funcionar sem mais nem menos, mas rapidamente foi resolvida sem nenhuma intervenção nossa.

A cobertura nos EUA é muito boa nas três operadoras. O destaque positivo foi para a Travel Mobile – Lycamobile, que usamos recentemente na Califórnia, em Nevada e Nyc. Apesar de ela usar a estrutura física de outras operadoras móveis, não falhou em nenhum momento e a velocidade de comunicação de dados era muito boa em todos os momentos.

Outro diferencial da Travel Mobile é que conseguimos comprar alguns planos para usar em outros continentes. Tanto ela quanto a America Mobile nos proporcionam chegar no destino e já sair usando o telefone, seja para pedir um uber ou para dar um alô para nossas famílias no Brasil.

A faixa de preço fica mais ou menos parecida, considerando-se todos os custos envolvidos no processo.

Em termos de satisfação, posso dizer que fiquei muito impressionado e satisfeito com a Lycamobile, recomendo fortemente o uso.

Se você se interessa por chips de dados na Europa talvez se interesse por este post.

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2017

Dicas de viagem – Como se locomover em San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e NYC – parte final

Olá pessoal, boa noite a vocês. Dando sequência ao primeiro post sobre como se locomover por San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e NYC, aqui vai a parte final do nosso post.

Para acessar o primeiro post, podem clicar aqui.

Um alinhamento antes de concluir o post, estou falando aqui de locomoção dentro das cidades, no nosso caso optamos por fazer o trajeto entre San Francisco e Los Angeles de carro, aproveitando a vista da famosa Highway 1 (falarei com mais detalhes deste passeio em outro post).

Los Angeles

Pois bem, sabendo disso já vou direto ao ponto, o melhor jeito de se locomover por Los Angeles é mesmo de carro, uma vez que a cidade é bem grande e as atrações estão bem dispersas. Soma-se a isso o fato de a cidade não ter um transporte público tão diverso e eficiente como em outras grandes cidades como San Francisco, NYC ou Paris por exemplo. Por este motivo, Los Angeles sofre do mal das grandes cidades, sim, eles mesmo os engarrafamentos. Mas relaxem, enquanto num engarrafamento na ponte Rio-Niterói você chega a ficar parado no lugar, por lá os que eu peguei a gente sempre estava andando, mesmo que devagar. Apenas se programe e cheque o trânsito antes de sair de casa.

E como fazer para arrumar um carro? Nos EUA o processo de aluguel de carros é muito fácil e descomplicado, as locadoras possuem postos de locação gigantes nos aeroportos – além de agências de rua – geralmente com serviço de transfer entre os terminais e local de retirada e devolução do carro. Los Angeles não é diferente, a garagem das locadoras fica a dez minutos do aeroporto, então ao se planejar, considere este tempo de deslocamento no seu trajeto total para não perder o seu voo.

Optamos por alugar o carro com a Rent Cars, que para mim no período que eu fazia os orçamentos foi quem me mostrou os melhores preços, eu já havia usado no Brasil, portanto confiei de cara. A grande vantagem é que eles conseguem pesquisar em diversas (senão em todas) as locadoras disponíveis em cada lugar. Você pode reservar e administrar sua reserva pelo site ou pelo  aplicativo, disponível para as mais diversas plataformas.

 Segue um exemplo de pesquisa de preços executada no site considerando pegar o carro em San Francisco e devolvendo em Los Angeles e também retirando e devolvendo no aeroporto de Los Angeles.

Simulação Carro San Francisco Los Angeles

Se for descer de San Francisco para Los Angeles de carro, recomendo considerar um carro um pouco mais confortável, especialmente que acomode toda sua bagagem sem nenhum problema, por incrível que pareça, vimos vários carros em SF com o vidro estourado por ladrões. Vale o cuidado com sua bagagem, parecido com o que faríamos aqui no Brasil.

Simulação de aluguel de carro em Los Angeles

Você não pagará nada no ato da reserva, o pagamento será feito direto na locadora, após o processo de reserva você deverá imprimir a confirmação e levar no dia da retirada do carro. No dia da retirada é só se dirigir ao balcão da locadora informada e seguir as orientações.

Para se orientar, o bom é velho Google maps não falha.

Las Vegas 
Em Las Vegas as coisas de interesse são em sua maioria muito próximas – como por exemplo os cassinos da Las Vegas Boulevard (mais conhecida como Las Vegas Strip) – mas algumas coisas legais ficam bem distantes (mais de 25 km), como por exemplo Red Rock Canyon – que além de ser longe tem uma trilha de mais de 10km que é percorrida de carro –  Grand Canyon, Route 66, etc. A melhor opção de deslocamento deverá ser ajustada de acordo com suas reais necessidades. Se você só vai a cassinos ou nas adjacências da Las Vegas Strip, recomendo ficar no Uber, no Lyft, no Taxi ou ainda monorail que circula pela região dos hotéis.

No geral para Las Vegas eu recomendo fortemente o uso do carro. Aqui não vale a pena investir num aluguel de carro mais caro, peguem o mais econômico que você vai se deslocar basicamente pela cidade, sem malas ou algo que chame atenção no carro.

Lembre-se, os estacionamentos em geral são pagos, giram em torno de US$8,00 a US12,00 a diária, com algumas exceções que podem ser um pouco mais caros.

Para quem tiver interesse, fiz um orçamento na rentcars.com (saindo do aeroporto de Las Vegas e voltando para ele) que pode ser visualizado no link a seguir:

Simulação de aluguel de carro em Las Vegas


NYC

Bom, Nova Iorque é um caso bem distinto, aqui o transporte público impera e funciona bem.

Para sair do aeroporto, as dicas são três:

1) Como disse no primeiro Post dessa série, Super Shuttle. Preço padrão, pode ser comprado pelo aplicativo. Veja dica sobre ele clicando aqui.

2) Uber, no aeroporto JFK a disponibilidade de carros do Uber é maior que a dos concorrentes. No Uber pool no dia e hora que fiz a pesquisa (terminal 1 até a região da Times Square), a tarifa estava em US$35,00, pelo UberX US$62,84. Se quiser Luxo, no UberBlack você pagará US$149,19, e por último se for precisar de espaço o Uber XL a tarifa estaria em US$115,44. Lembre-se, os preços são em dólar.

3) Trem/ metrô – neste caso recomendo para quem estiver com pouca bagagem, pois a maioria das estações do metrô de NYC não é tão acessível, e de cara você precisará fazer uma baldeação do Airtrain JFK na estação Jamaica Center ou na Howard Beach JFK Airport. Essa opção será com certeza a mais em conta, mas possivelmente a menos conveniente. Em Jamaica Center você poderá pegar as linhas E, J e Z. De Howard Beach você pega a linha A. Outra vantagem é a previsibilidade de horários, uma vez que o metrô não está sujeito a engarrafamentos. Aqui abaixo, segue o mapa do metrô de NYC.

Nyc subway map

Mapa do metrô de Nova Iorque

Para se deslocar dentro de Manhattan, a dica é usar o metrô. NYC é bem servida de metrô em todas as regiões. Se estiver com um smartphone ou tablet, recomendo baixar o aplicativo “NYC Subway”, que além de dispor de um mapa pode traçar trajetos de seus deslocamentos.

NYC como cidade grande tem muita disponibilidade de carros de Uber e do Lyft. Recomendo se a tarifa estiver normal e se você precisar se deslocar com uma certa urgência ou estiver longe do metrô.

Outra dica é usar o maravilhoso metrocard, para quem for usar mais de 12 trechos de metrô, já vale a pena comprar o metrocard. A tarifa única custará US$2,75. Você pode comprar para uma semana ou para 30 dias com corridas ilimitadas. Para 7 dias você pagará US$32,00. Para 30 dias US$121,00. Se quiserem checar o site do sistema de metrô, pode verificar o site aqui. O metrocard pode ser adquirido em todas as estações em máquinas de venda de passagem, muito fácil de usar.

Última dica, vale muito a pena instalar o google maps em um tablet ou smartphone para se orientar nestas grandes cidades, você vai economizar um tempão.

Vou ficando por aqui e agradeço a todos pela visita ao site.

2017

Dicas de viagem – Como se locomover em San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e NYC – parte 1

Dicas de viagem – Como se locomover em San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e NYC – parte 1


Olá pessoal, como estão as coisas? Sumi um pouco aqui do blog mas foi por um bom motivo. Passamos 3 semanas viajando pelos EUA e trouxe muitas histórias para contar. A primeira delas é a resposta para uma dúvida que quase todo mundo tem quando precisa se locomover numa cidade grande e desconhecida: e aí, que meio de transporte usar? Vou dividir o Post em dois para ficar mais fácil. Primeiro vou falar de….

San Francisco

Pois bem, San Francisco é uma cidade muito fácil de se locomover, mas em alguns lugares umas dicas ninjas são bem úteis.

A primeira delas é para sair do aeroporto. Se não tiver algo contratado do Brasil ou não tiver alguém para te pegar, então vale a pena pensar no Super Shuttle, esta empresa opera nos principais aeroportos dos EUA, possui um site legal, tem também aplicativo (este da foto) e é muito fácil de usar. A corrida do aeroporto para o centro da cidade na região da Union Square custa aproximadamente US$17,00 por pessoa(te levam no seu hotel), o transporte será feito com vans, e tem saídas em diversos horários. Vale a pena pesquisar.

San Francisco possui metrô, trens intermunicipais, bondes, ônibus, taxis e barcas como boas opções de transporte público, além de ter uma parte da cidade com pouca inclinação(nem toda ela), o que te permitirá bater perna ou ainda alugar uma bike e rodar sem muita dificuldade. No caso de optar pelo transporte público, vale a pena pensar no cartão clipper, que é vendido em máquinas dentro das estações de metrô e é aceito como integração nos principais modais de transporte. Esta será com certeza a forma mais econômica para se locomover por lá.

Funciona assim:

O cartão físico é de uso individual e intransferível, ele custa US$3,00. Como disse anteriormente, ele pode ser adquirido em estações do metrô em máquinas de vendas automatizada. Depois e adquirir você efetua a carga (da parte fazer na mesma operação). As tarifas de uso variam de acordo com o transporte escolhido, por exemplo, a tarifa simples para andar de bonde custa até US$7,00. O passe para visitantes com corridas ilimitadas por um dia custa US$21,00. Para 3 dias US$32,00 e uma semana US$42,00. Façam suas contas.

Bom, taxi tem em todos os lugares, todo mundo sabe como funciona, as vezes não sai muito barato, portanto tomem cuidado. Se tiver que usar, prefiram chamar uma cooperativa – peçam no hotel ou estabelecimento onde estiverem.

Como uma cidade muito ligada a tecnologia, pode-se dizer que ali é o berço de empresas como Uber e Lyft (aplicativos de carros de aluguel), lá eles funcionam muitíssimo bem.  Eu confesso que não conhecia o Lyft, conheci por lá pois o meu uber deu problema e as corridas não eram aceitas pelo aplicativo. Pelo que vi, o serviço é muito semelhante ao uber, as vezes os motoristas trabalham para os dois, como acontece aqui no Brasil com Uber e Cabify. Notei que o preço do Lyft, era ligeiramente mais baixo do que o do Uber. A quantidade de carros era semelhante. Diferente do Brasil, por lá os caras se identificam como motoristas dessas empresas,  sem medo de ser mostrar, não há erro. Não há diferença no uso, a única coisa diferente é que eles oferecem mais categorias de carros por lá, e cobram devidamente de acordo com o escolhido. Tem por lá as categorias pool (compartilhado), X(comum), Black (de luxo), XL (carro grande), limo. Como aqui, o valor da corrida vem no seu cartão de crédito, a diferença é claro, será a moeda. O aeroporto, a maioria dos hotéis e estabelecimentos  como shoppings tem uma área destinada a “ride share” onde os carros de aplicativos estarão autorizados a parar para pegar passageiros ( isso se vc não estiver na rua). Tudo muito fácil. Recomendo.

Bike

Alugamos duas bikes para um passeio de um dia na empresa Blazing Saddles que ficava pertinho do Pier 39. Neste dia fomos do Pier até Sausalito e voltamos de barca (o ticket estava incluído). As bikes de maneira geral estão em boas condições. Andar de bike em San Francisco é muito agradável, em algumas vezes pode ser desafiador, por conta de todos os morros que formam a cidade. Lembrem dos filmes de ação por lá ambientados, ou melhor, lembrem da Lombard street e vejam que as subidas e descidas estarão presentes o dia todo. O aluguel não sai barato, vale a pena pesquisar se já opções que melhor lhe atendam pois existem várias outras opções. Só para lembrar, não pode deixar a bike em qualquer lugar, alguns estacionamentos são pagos e o retorno pode ser num lugar diferente de onde você pegou, mas tudo muito fácil. Ser precisar de ajuda é só ligar no telefone deles. 

Vou ficando por aqui, semana que vem passo as dicas do restante do passeio.

2017

Férias nos EUA 2017

Boa noite pessoal, enfim chegaram nossas férias. Passaremos um tempinho nos EUA, entre San Francisco, Los Angeles, Las Vegas e NYC. Voltaremos em maio com muitas dicas aqui no blog. Tentarei postar algumas coisas daqui, mas como os dias são bem corridos talvez não dê. Fiquem de olho.

Abraço a todos e até maio. 

Quem quiser acompanhar a viagem é só aparecer no instagram.com/coelho_armando.