2017

Superdicas em NYC – Confeitaria Levain e Fat Witch Bakery

Boa noite pessoal. Essa dica é para quem está em NYC e não abre mão de chocolate. Especialmente em forma de cookies ou brownies. Pois bem, aí vai.


A Levain bakery fica na 167 W 74th St, New York. A visita cabe perfeitamente na ida ou na volta do American Museum of Natural History. É uma pequena confeitaria que fica no subsolo de um prédio na região, o ambiente é bem pequeno mesmo, mas vive lotado, especialmente quando tem uma fornada de cookies saindo. Já adianto, é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil, este é grande, da até para dividir sem problemas. Os sabores que mais gostei foram de chocolate escuro com pedaços de chocolate e o de chocolate e nozes. Há diversas outras delícias por ali, até pizza. Recomendo um café e alguns cookies, um para comer nas hora e outros para depois. O site do lugar é o levainbakery.com . Super recomendo. 


A segunda dica é a Fat Witch bakery, que fica dentro do Chelsea Maket, 75 9th Ave, New York, eles vendem brownies de todas as variações de chocolate possíveis. Todos muito bons, especialmente o original e o de nozes, no site eles mantém a lista com os sabores disponíveis e seus preços, segue fatwitch.com. O adicional aqui é o Chelsea Market, tem uma porção de lojas e restaurantes interessantes que podem completar a visita.

Nenhuma das duas confeitarias cobra muito caro nos produtos, vale experimentar. Agradeço a minha esposa pelas dicas. Toda vez que voltar por lá quero dar uma passadinha nas duas.
Aos amigos que se aventurarem, tragam um para mim. Brincadeira. Divirtam-se.

P.s.: excepcionalmente neste Post eu uso fotos não originais, extraí diretamente dos respectivos sites, mas garanto que as guloseimas eu provei e valem a pena.

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2017

Super dica em San Francisco – Craftsman and Wolves

Bom dia pessoal, como estão? Espero que bem.

Essa semana é a semana das dicas bombas, bombas de calorias. Mas valerá muito a pena, outro dia falei da Brigadeiro Bakery em NYC e hoje falarei da Craftsman and Wolves em San Francisco.

Como sempre, essa foi uma super dica da minha esposa que mergulha de cabeça nas pesquisas e sem ela eu faria apenas o basicão em nossas viagens. Pois bem, vamos a dica do dia.

Fachada Craftsmand and Wolves

Fachada Craftsmand and Wolves

Esse restaurante super descolado possui 4 endereços em San Francisco, visitamos o da 746, Valencia St do Mission District (se estiver passando por ali, não percam). O ambiente é moderno, super amplo, agradável e bem frequentado. Paramos para tomar um café, mas, de olho em tudo o que serviam por lá, não resisti e me esbaldei nuns bolinhos deliciosos.

Ambiente Craftsman and Wolves

Ambiente Craftsman and Wolves

mini cakes Craftsman and Wolves

mini cakes Craftsman and Wolves

Escolhemos para comer os dois bolinhos da foto acima, um de abacaxi e limão e o outro de creme de café e côco, simplesmente deliciosos. Não dá para descrever a sensação, só provando.

Pelo que vi por lá, o pessoal se amarra “the rebel within” – que é um bolinho salgado de linguiça, cebola e com um ovo pouco cozido(mole) no interior –  sanduíches, tortas, saladas e nos croissants, parecia tudo muito bom, não provei pela hora em que passamos, não estávamos com muita fome e eles combinam mais com uma refeição mais encorpada.

Nós tomamos Cappuccino, mas eles também servem vinhos, cervejas e vejam só, até água de côco.

Guloseimas Craftsman and Wolves

Guloseimas Craftsman and Wolves

Guloseimas Craftsman and Wolves

Guloseimas Craftsman and Wolves

O site do lugar segue aqui. Para os interessados, os preços acompanham a qualidade de tudo servido por ali. Mas acreditem, vale muito a pena. 

Quem for por lá e provar, me avise se gostar, abraço a todos e bom domingo. 

2017

Super dica para NYC – Brigadeiro Bakery

Boa noite pessoal, como estão ? Espero que muito bem. Hoje vou dar uma dica de um oásis brasileiro no meio de NYC.

Descobrimos o lugar num dia em que já havíamos visto tudo o que planejamos, estávamos apenas passeando sem destino pelas ruas do SOHO. Conversávamos e de vez em quando parávamos para fazer uma foto ou outra, quando mais que por acaso eu olho para a esquerda e vejo uma coisa que só vemos no Brasil, uma placa que dizia assim : “Brigadeiro Bakery”, opa? Brigadeiro, este nome só tem no Brasil e só quer dizer uma coisa. Não tive dúvidas, chamei a atenção de minha esposa e na hora ela disse : Eu quero!

 

Pois bem, entramos com a ideia de pegarmos uns brigadeiros para matar a vontade, estávamos viajando a 2 semanas e meia, e convenhamos, dá uma saudade de nossa comida.

Ao entrar a surpresa maior: tinha pão de queijo, bolo de cenoura com cobertura de brigadeiro e guaraná ( o original). Ummmm não tivemos dúvida, o que seria uma beliscada num docinho virou um café da tarde, pão de queijo (ainda quente) e guaraná para ela e para mim com um cafezinho.

O ambiente é pequeno, mas bem aconchegante, ideal para uma relaxada, bater papo enquanto come. O pão de queijo estava delicioso. Para quem estiver por ali, e com saudades do Brasil, recomendo demais sô!

O endereço é 156, Sullivan st, no Soho, em dias de semana fica aberto de 08h as 19h, e finais de semana de 10h as 19h. O site do lugar é este aqui ó, aproveitem!

Sullivan St

Sullivan St

Obrigado pela visita ao site.

2015

Dicas de viagem para Gramado – RS – Parte 1

Boa tarde pessoal, como estão? Espero que bem. Hoje vou contar sobre um dos destinos mais interessantes de se visitar no Brasil, haja vista o que dizem pesquisas de sites de viagem como o tripadvisor dos destinos preferidos dos brasileiros por anos seguidos.

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Esta linda cidade da serra gaúcha está localizada numa zona de clima úmido e temperado, cercada pelas lindas araucárias que compõem a vegetação da região. O que nos proporciona um clima único e paisagens lindíssimas.

Período ideal para ir?

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Gramado é uma cidade linda, a altitude média da região é de 830 metros, por conta da altitude e por localizar-se na região sul do país, a região será quase sempre fria. Turistas que procuram a cidade geralmente estão em busca de aproveitar o clima mais ameno. O inverno brasileiro é uma das melhores épocas do ano para ir para lá, nessa época a cidade fica lotada de gente de todo o Brasil, mas não se preocupem, ela possui estrutura muito boa para receber o turista, e este monte de gente não vai ser empecílio para sua diversão.

O índice pluviométrico da região anda mais ou menos estável, sempre perto de 150 mm, os meses menos chuvosos são novembro, maio e abril, nessa ordem. Já a temperatura costuma variar muito, o inverno é bastante frio, considerando-se especialmente o clima no restante do Brasil, a temperatura mínima média  entre maio e agosto fica na casa dos 7C , a a máxima perto de 17C. Os meses mais quentes vão de novembro a fevereiro.

Como o panorama da chuva é mais ou menos estável ao longo do ano, a probabilidade de chuvas é mais ou menos a mesma em todos os meses, você pode escolher o mês que mais te agradar, atrações é que não vão faltar. Uma observação, a cidade possui programação e eventos para o ano todo, com destaque para o “Natal Luz em Gramado”, que começa no fim de outubro e vai até janeiro, essa época também será sempre bem concorrida.

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Clima em Gramado – fonte https://pt.climate-data.org

Chegada, saída e como se locomover em Gramado?

Infelizmente não há um aeroporto com voos regulares para Gramado, o jeito para quem vem de outras regiões do país vai ser fazer o percurso por via terrestre vindo de Porto Alegre ou de Caxias do Sul, eu discorrerei sobre o trajeto de Porto Alegre.

 

Indo a Gramado de ônibus.

A passagem de ônibus aa rodoviária de Porto Alegreaté Gramado custa em média(pesquisa realizada em julho de 2017) R$ 31,05 pela empresa Citral em ônibus convencional e R$ 40,20  em ônibus executivo. Existem cerca de 20 frequências diárias entre as duas cidades, e algumas opções para Canela. É bom lembrar que algumas dessas viagens passam pelo aeroporto de Porto Alegre, quem desejar chegar ou sair direto por lá fiquem atentos que existe essa opção.

Alugando um carro em Porto Alegre

Outra opção, a meu ver a melhor delas, é alugar um carro em Porto Alegre e subir para Gramado de carro, o trajeto dura em média 2 horas por uma estrada agradabilíssima (pedagiada). Você pegará o carro direto no aeroporto. Dependendo do horário de chegada do seu vôo, vale a pena dormir uma noite em Porto Alegre.

Alugamos nosso carro pela Rent Cars, foi a melhor tarifa que consegui, o aluguel saiu pela Localiza, pegamos um pequeno Ford Ka (modelo novo – muito bom). O processo de reserva foi bem descomplicado como sempre, só lembre de levar impresso a confirmação da reserva, ou ter em mãos o número de confirmação da RentCars.com pois ele é diferente do número da reserva no sistema da locadora.

Fiz uma pesquisa simulando a saída de Porto Alegre para Gramado, ficando com o carro por 4 diárias e o resultado encontra-se abaixo (pesquisa realizada em também em julho de 2017). Caso desejem fazer outra simulação, cliquem no banner a seguir.

Aluguel de carro em Porto Alegre por 4 diárias.

Para sua locomoção em Gramado e Canela, o melhor a se fazer é estar de carro, pois você não perderá tempo nos deslocamentos e poderá parar sempre onde quiser, há várias opções de estacionamento próximo as atrações. Há quem opte por transporte público, que até existe na região, mas pela dispersão dos locais de interesse, recomendo muito o aluguel do carro.

Quanto tempo ficar?

A meu ver, 4 ou 5 dias em Gramado é suficiente para cobrir todos os pontos de interesse da cidade e de quebra dar uma passadinha por Canela. Se quiser fazer mais passeios pelas vinícolas da região ou ir até Bento Gonçalves e adjacências, recomendo no mínimo 7 dias. Para ficar apenas em Gramado sem andar pela região,  uma semana apenas em Gramado é muita coisa, mas há quem goste de fazer as coisas mais devagar, é até válido nestes casos, mais do que isso não acho que valha a pena.

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Onde ficar em Gramado

Ficamos na charmosíssima pousada La Lavande, a pousada possui 4 tipos de acomodações, Luxo, Luxo Família, Super Luxo e Master. É bem pequena e intimista, deve ter no máximo uns 15 quartos. O serviço é quase que personalizado. O café da manhã  é delicioso, cheio de pães e bolos diferentes todos os dias (é a vantagem de estar num lugar pequeno e não num grande hotel com seu serviço totalmente padronizado). O preço não foi assustador, e pelo serviço oferecido pela pousada foi excelente.

Gostamos muitíssimo da pousada, ela é super bem localizada, fica perto de vários restaurantes legais, e ainda bem próximo ao Lago Negro e ao Ritta Hoppner. Dá para deixar o carro em frente a pousada sem problemas. A rua da pousada é super tranquila, eu adorei, na realidade andei até pensando em alguma coisa por ali para quando me aposentar. Super recomendo!

Se quiserem saber de promoções de hospedagens em Gramado, recomendo pesquisar neste link: Hospedagem barata em Gramado.

Mapas

Aqui deixo um mapinha das atrações básicas em Gramado, com a rota de carro sugerida para sair de Porto Alegre inclusive.

No próximo post, quando termino de falar sobre Gramado, falo detalhadamente de cada uma das atrações. Muito obrigado pela paciência e pela leitura e até a próxima semana.

Grand Canyon Helicóptero
2017

Passeio de Helicóptero pelo Grand Canyon – EUA

Passeio de Helicóptero pelo Grand Canyon – EUA


Grand Canyon Helicóptero

Grand Canyon Helicóptero

Boa noite pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje vou contar um pouco dessa aventura que participamos enquanto estávamos em Las Vegas.


Iniciamos o passeio ainda aqui no Brasil ao pesquisarmos sobre que empresa usaríamos para fazer o passeio. Escolhemos buscando pela reputação, e para isso usamos muitas fontes de informações, tripadvisor, outros blogs, viator, etc. Em determinado momento chegamos a pensar em escolher um passeio de um dia inteiro oferecido por aí na internet, que te leva até o parque bem cedinho de ônibus/van, passeia com você por lá e depois faz um sobrevoo curto de helicóptero, mas vimos que gastaríamos um bom tempo que não tínhamos disponível, além do preço ser próximo ao do passeio indo e voltando de helicóptero.

A empresa escolhida foi a Maverick Helicópteros – que inclusive possui site em português, acesse clicando aqui. O passeio que optamos fazer foi o WIND DANCER AIR AND LANDING TOUR, a duração do passeio é de aproximadamente 04 horas.

Existem várias opções de passeios, tanto indo para o Grand Canyon, quanto passeando por Las Vegas. Voos de dia, de noite, no pôr do sol, tem de tudo.


Você faz a reserva pelo site (não paga nada ainda), onde escolhe a data e a hora do voo. Há um opcional neste caso de se fazer o passeio e pegar o pôr do sol lá do alto, mas você fica meio preso ao horário de saída, além de ter que pagar um adicional. Sem este opcional o passeio custa US$544,00 por pessoa.

Na data e hora marcada com a empresa, um ônibus te recolhe no seu hotel e te leva ao aeroporto de Las Vegas, para uma área que fica bem ao lado da Las Vegas Strip. É bem perto da zona hoteleira, uns 10 minutos de trajeto.

Quando chegamos, fazemos todos os procedimentos normais para um check-in de um voo, a única diferença aqui, é que esta é a hora de pagar pelo voo. Pode-se usar o cartão de crédito ou dinheiro. São oferecidos opcionais como a gravação de todo o voo em DVD (que é enviada depois do voo diretamente para sua casa, você preenche um envelope com seus dados e depois do voo eles gravam o DVD e te enviam por correio ), fotos, roupas e diversos souvenirs. A estrutura do lugar é bem legal, se seu voo for muito cedo e não der tempo de tomar café no hotel, use a pequena Starbucks que eles tem por lá.

É feito um briefing de segurança com todos que vão voar juntos, depois todos colocam o colete salva vidas e embarcam – apesar do voo ser feito quase todo sobre o deserto, preferiria um para quedas. Uma dica aqui é não levar muita coisa, você realmente não precisará, além de não poder embarcar com bolsas muito grandes.

O helicóptero comporta até 7 passageiros, a distribuição de pessoas é feita de acordo com o balanço de peso de cada um que vai sair. Conosco viajaram mais dois casais, no outro helicóptero que saiu junto para no mesmo roteiro a carga foi total.


Saímos e de cara tivemos o impacto da bonita vista de Las Vegas do alto, sensacional! Sem contar a visão de todo o aeroporto e seu movimento – eu adoro aviação, fiquei fascinado com a complexidade e o movimento do aeroporto. Depois de algumas manobras acertando a altura e o curso do helicóptero em direção ao Grand Canyon, seguimos direto.

No caminho, sobrevoamos a fabulosa represa Rover. O piloto vai nos contando a história de cada lugar pelos quais passamos, desde a construção da cidade, a cidade de apoio que foi construída para os operários, passando pela construção da represa e as vilinhas que existem no meio do caminho entre Las Vegas e o Grand Canyon.

Quando chegamos ao nosso ponto de pouso eu não acreditei que o helicóptero desceria ali, um lugar no meio do canyon, mal dá para ver de longe. Quando nos aproximamos dá para ver uma pequena estrutura para receber turistas, com mesas e bancos, onde depois do pouso o piloto nos oferece drinks alcoólicos e não alcoólicos, além de um leve lanche.

Ficamos parados ali por uns 45 minutos a uma hora, eu aproveitei para tirar fotos de todos os jeitos do Grand Canyon. A sensação é de extrema pequenez, frente a grandiosidade da natureza, é quase esmagadora de tão impressionante. Milhares de anos do rio correndo por aquelas terras e aqueles paredões enormes te cercando. Dá vontade de ficar mais um pouco, mas uma hora chega a nossa hora de ir embora.

 


Por curiosidade, quem quiser ir de carro de Las Vegas ao ponto em que fomos do Grand Canyon gastará 4 horas por trecho. Nós gastamos no tempo total do passeio essas 4 horas, contando o trajeto, a estada no Canyon, o sobrevoo pela represa Rover e os dois pousos (um no Canyon e uma breve parada para reabastecimento já no retorno para Las Vegas).

Quem quiser optar pelo carro, recomendo que procurem a opção de dormir uma ou duas noites em hotéis dentro do parque.


Durante a ida o piloto nos mostrou uma área de reserva onde vivem cavalos selvagens dos EUA, os famosos mustangues – os que inspiraram o famoso carro – eles devem passar meio apertado, pois há pouquíssima vegetação no caminho, apesar de haver água às margens da represa.

Um aviso, há quem enjoe com o voo de helicóptero, para isso há as clássicas sacolinhas de papel. Uma moça no outro helicóptero passou bastante mal, não deve ter aproveitado muito a viagem.

Após o pouso em Las Vegas, o pessoal te leva de volta para o seu hotel, ou onde você escolher dentro da zona hoteleira, é só combinar antes. Super recomendo!

Pois bem, vou ficando por aqui, espero que aproveitam bastante este passeio, se já tiverem feito outro tipo de ida ao Grand Canyon e quiserem contribuir com sua experiência, podem deixar seu comentário. Agradeço a todos a atenção!


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2017

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte final

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte final

Boa noite pessoal, tudo certo com vocês? Espero que sim. Como prometido, hoje farei a conclusão do post que comecei na passada falando sobre Paraty. Então vamos ao que interessa.



Atrações:

Centro histórico de Paraty

O centro histórico de Paraty é sensacional, cheio de coisas legais para se conhecer. É uma região pequena, mais ou menos 16 quarteirões que vão do porto até a rua Abel Oliveira, uma área de 5 x 6 quarteirões. Ali você encontrará igrejas, museus, bares, restaurantes, teatro, pousadas, hotéis, cachaçarias, ufa… tem para todos os gostos. Nós demos sorte de pegar a cidade toda enfeitada para a festa de Corpus Christi, onde haviam bandeirolas e o pessoal montando o tradicional tapete por onde passa a procissão, deu um ar ainda mais colorido à cidade.

Uma particularidade que as vezes dificulta a vida no centro histórico é a água do mar que invade algumas ruas mais próximas do porto quando, alguns a chamam de “acqua alta” em referência a maré alta que invade a Praça São Marcos em Veneza, na Itália. Bom, fora o inconveniente de não poder passar, a água associada aos prédios coloridos da cidade rende ótimas fotos para quem passa por ali.

Pensei em criar um roteiro para que vocês seguissem diretamente de um ponto a outro, mas pensando bem, o mais interessante é ir desbravando cada cantinho do local, a área é pequena, dá para percorrer tranquilamente, só tomem cuidado com o piso irregular e as rochas usadas como calçamento, as vezes elas ficam escorregadias.

 

Cada esquina do centro histórico rende ótimas fotos, é impressionante verificar o cuidado que alguns moradores e comerciantes dispendem em suas propriedades, ainda mais em tempos de crise. Poucos lugares turísticos são tão bem preservados como o centro histórico de Paraty.

Como falei no primeiro post sobre a cidade – consulte aqui –  Paraty era o começo, ou final, da Estrada Real – Rota do Ouro, muitos dos antigos moradores eram comerciantes e exportadores, a cidade também é conhecida pela presença forte da maçonaria, que deixou sua marca expressa  em símbolos maçônicos na fachada dos seus prédios, dá um toque ainda mais colorido e misterioso aos prédios da cidade – sem teorias da conspiração quanto a maçonaria por favor.

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Centro histórico de Paraty

Não deixe de visitar as igrejas do centro histórico de Paraty, dentre elas, destaco a Igreja Matriz –  a Nossa Senhora dos Remédios ( aberta de segunda a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30. Nos sábados, das 8h às 12h e de 13h às 16h. Entrada: R$ 3,00 ) ela fica na Praça da Matriz, há também a Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Rua do Comércio; outra igreja que vale a visita é a Igreja Nossa Senhora das Dores, conhecida como Capelinha. Um programa diferente é visitar a Igreja de Santa Rita é lá que funciona o Museu de arte sacra da cidade, fica no  Largo de Santa Rita.

Paraty possui vários eventos ao longo do ano, em todas as épocas você encontrará algo bom para fazer por lá. O calendário oficial de eventos da prefeitura pode ser encontrado aqui.


 

Trindade 

Trindade está localizada a 35km de Paraty, percurso este que você fará em aproximadamente 40 minutos, não adianta correr pois uma boa parte da estrada é bem traiçoeira, com muitas curvas, subidas e descidas.

Trindade é uma pequena vila de pescadores e está toda localizada dentro da área de proteção ambiental do Cairuçu. A vila possui restaurantes e pousadas para quem desejar se hospedar por lá, assim também como alguns campings. Todos eles com padrões muito mais simples do que o encontrado em Paraty.

As principais atrações da região são a Praia do Meio, Piscinas naturais do Cachadaço e Praia do sono, além de trilhas ecológicas que podem ser feitas na zona de mata atlântica que circula a região.

 

Praia do Meio

A praia do Meio fica a uma curta caminhada do centrinho de Trindade, 10 minutos ou menos. A praia é lindíssima, possui uma pequena estrutura com algumas barracas que além de alugar cadeiras e guarda sol, também vendem algumas coisas para os visitantes (principalmente bebidas) há ainda algumas opções mais limitadas de petiscos para comer ali mesmo na praia. Gostei bastante da praia, dá para passar o dia “de boa”.

Piscinas Naturais do Cachadaço

Da praia do meio sai a trilha que leva às piscinas naturais do Cachadaço. No outro canto da praia numa tenda comandada por uma cooperativa de barqueiros, você pode comprar o passeio para as piscinas indo de barco, o custo será de R$ 30,00 ida e volta, e o trajeto é feito em pequenos barcos com 5 passageiros, a viagem não dura mais que 10 minutos. É super tranquilo, ao comprar o passeio você ganha uma pulseira de identificação, o que te garante a volta, – se tiver ido pela trilha e quiser voltar de barco, também dá para fazer, é só entrar na fila e conversar com o barqueiro –  o passeio é super tranquilo.

Qual dos dois escolher? Depende da sua disposição em andar ou em pagar – os caras da cooperativa aceitam dinheiro e cartões.

 


Praia do Sono

Antes de iniciar a descida da serra rumo a Trindade, haverá uma bifurcação, indicando a entrada do condomínio Laranjeiras, se quiser visitar a praia do sono você deverá seguir por este caminho. O condomínio Laranjeiras é um residencial de altíssimo nível com toda infraestrutura possível e imaginável para qualquer condomínio, as casas possuem inclusive suas próprias áreas de embarque e desembarque para barcos, além de heliporto ( do condomínio, não de uma casa específica), marina do condomínio (seca e molhada).

A segurança por lá é imensa, você chega e estaciona seu carro a uns 500mts do condomínio, na vila dos pescadores, de lá você embarca numa van até a área de embarque nos barcos. Não é permitido sair e circular pelo condomínio, só se você for morador ou convidado. O embarque é feito rapidamente, geralmente há barqueiros disponíveis a qualquer hora. A passagem custa R$30,00 por pessoa/trecho. O barco te leva diretamente para a praia do sono, a viagem deve durar 15 a 20 minutos, o mar ali é maravilhoso. Avistamos peixes e tartarugas na região, tudo muito lindo. A chegada na praia do sono é a parte mais emocionante da viagem, uma dica: segure-se bem.

Esqueci de falar, existe uma trilha para aqueles corajosos que não estão muito afim de pagar pelo passeio de barco, mas aviso, é bem puxada.

A praia possui algumas barracas caso você queira consumir alguma coisa por lá, mas aviso novamente, o ambiente é bem rústico, não vá esperando nada rebuscado porque não há. E é mesmo bom que não haja, uma vez que esta foi uma das praias mais bonitas que visitei nos últimos tempos, lindíssima, com água verde/azul de uma tonalidade que não estamos acostumados por aqui, vale muito a pena que ela fique mesmo intocada.

A faixa de areia é bem larga, propícia para uma boa acomodação ou prática de esportes. Recomendo uma subidinha no começo da trilha em direção ao condomínio para uma visão mais ampla de toda a praia. Há por ali também uma pequena área para camping, que diga-se de passagem, no dia em que fomos estava bem cheia.

O retorno é feito também com os barqueiros que ficam esperando por clientes, basta dar seu nome (e os R$30,00 por pessoa) e esperar sua vez de ir.



Passeio de barco

Uma super dica para quem está a passeio por Paraty é fazer um passeio de barco pela baía de Paraty. Há três opções, ou você compra um passeio de escuna, ou aluga uma traineira ou ainda aluga uma lancha rápida.

Você encontrará passeios de escuna sendo vendidos em profusão por toda a cidade, os passeios devem custar em torno de R$ 60,00 a R$100,00 por pessoa, dependendo do que você tem incluído, mas o detalhe que como tudo que é feito para muita gente, não há charme, é linha de produção mesmo. A Escuna vai sair do porto entre 9h e 10h da manhã e vai nos principais pontos – seguindo um roteiro e horários já equematizados –  com o percurso total durando aproximadamente 5 horas, a coisa ruim é que você ali é mais um, e onde for, haverá até 60 pessoas para dividir aquele espaço contigo (talvez mais ).

Outra opção de passeio é para quem realmente tem disposição para gastar dinheiro  –  passeios privados em lanchas rápidas – cheguei a ver alguns por R$1.000,00 a diária (duração a combinar). Creio que com este tipo de lancha até dê para dar uma esticada até o Saco de Mamanguá. Mesmo sendo uma proposta interessante, não estava no meu orçamento.

Minha super dica é optar pelo aluguel de uma traineira. Neste modelo de passeio você escolhe a hora de sair – recomendo sair antes do horário das escunas, uma vez que você ficará com as praias praticamente desertas, apenas para seu desfrute – o tempo do passeio você determina, pode até optar por ficar mais ou menos tempo num determinado lugar que gostou, ou sair mais cedo de um que não gostou. Ainda há a possibilidade de levar sua bebida e comida. Você achará os barqueiros diretamente no porto, e pode fechar com algum deles por ali mesmo.

A traineira que alugamos era do comandante Luciano, Bom Passeio, cobrava por hora R$100,00. Ele não negocia muito o valor, mas digo a todos que vale a pena. Ele foi muito simpático, além de ter um barco muito bem arrumado, com colchões e almofadas a sua disposição. A traineira dele leva até 12 pessoas, portanto, fazendo as contas e comparando com o passeio das escunas vale muito a pena. Juntando um grupo de 12 pessoas eu recomendo muito mais a traineira que as escunas. Usando o mesmo tempo de trajeto vocês estariam pagando e torno de R$41,00 pelo passeio completo. O telefone do Luciano é 24-99908-9210. Acreditem em mim, vale muito a pena optar por este passeio.

Paramos na praia vermelha no começo da tarde e almoçamos por lá, o lugar era do tipo “pé na areia” mas bem estruturado.  Os restaurantes da praia vermelha possuem uma lancha que apanha os passageiros nos barcos e leva até a praia, você não precisa se molhar para sair do barco.

Durante o nosso passeio fomos a lugares paradisíacos, como a Praia da Lula, Praia Vermelha, Lagoa Azul além de visitar diversas ilhas da região (Ilha da Bexiga, do Mantimento, Duas Irmãs). Recomendo bastante.

Praia da Lula

Lagoa azul

Praia vermelha

 


 

Praia de São Gonçalo

Outra super dica para você passar um dia agradabilíssimo é pegar a estrada em direção ao Rio de Janeiro pela BR-101, até a praia de São Gonçalo – o percurso tem aproximadamente 32 km. Ao chegar em São Gonçalo você encontrará dois estacionamentos na margem da estrada, dali partem os passeios para as ilhas do Pelado e do Cedro.

A praia de São Gonçalo é um pouco suja, e tem a areia escura, exatamente porque ali do lado desemboca um rio de águas bem escuras, mas a praia em si não é suja. De qualquer maneira, a grande atração do local são as ilhas de frente da praia de São Gonçalo e das praias do Iriri e do Cão Morto.

A travessia para a ilha do Pelado é feita numa traineira contratada pelo pessoal da Barraca da Beth, você paga R$20,00 para ir e voltar, não há frequências muito regulares para a saída dos barcos, depende de demanda, se quiser sair, se programe com um pouquinho de antecedência, marque seu lugar com a dona da barraca, ela solicita o barco se não tiver nenhum por ali.

As ilhas são paradisíacas, a água é transparente de uma forma que ainda não havia visto no Brasil. Como as ilhas são abrigadas na baía, todas possuem águas extremamente calmas, o que eu acho uma delícia – há quem goste de muitas ondas, se for o seu caso, dirija-se para a praia do sono ou praia do meio.

Aproveitem na Ilha do Pelado as delícias do Bar da Beth, os preços não são nada extraordinários, batem bem com os preços do continente. Algumas pessoas levam sua bebida e comida para a ilha, mas como se trata de uma área de preservação ambiental e em respeito a quem vai lá depois de você, certifique-se de não deixar nada na ilha.

Depois da ilha do Pelado, alugamos um barco rápido para ir até a ilha do Cedro, onde ficamos na barraca do Nelson, o trajeto dura uns 15 minutos na lancha rápida e custou R$ 30,00 por pessoa. Tanto a barraca do Nelson quanto a da Beth na outra ilha possuem poucas cadeiras, e é para ser assim mesmo. Portanto, se quiser pegar lugar é bom chegar cedo, especialmente no verão. Nossas fotos ficaram ótimas, mas ainda não dão a dimensão real do que você vê por lá, um mix de mata e praia que eu ainda não tinha visto. Recomendo demais a visita.

Ilha do Pelado

Ilha do Cedro


 

Restaurantes

Por último, mas não menos importante, os bons restaurantes de Paraty. Durante nossa estada comemos em três restaurantes que a meu ver enquadram-se na categoria sensacional de restaurantes, e são dignos de serem visitados, todos eles exploram as gostosuras da culinária caiçara, aliando ambiente agradável e muito bem montado com atendimento impecável. Nestes quesitos todos os três estão no mesmo nível de excelência, o que vai mudar de um para outro são os sabores.

Os preços não são exatamente populares, mas dá para fazer uma força e comer muito bem um dia ou outro, os restaurantes são:

Banana da Terra, com o destaque para os pratos de camarões e barriga de porco.
Bartholomeu, menção muito honrosa para a barriga de porco de entrada e a picanha recheada (se for pedir a picanha, saiba que é muita comida, dá para umas três pessoas comerem tranquilos).
Quintal da Letras, anexo da pousada Literária, minha esposa comeu um peixe, estilo moquequinha e eu comi uma carne, estavam deliciosos os pratos, além da sobremesa com o trio de creme brulee de sabores regionais.

Ficamos na vontade, apesar de todas as recomendações,  de comer no Thai, um restaurante Tailandês que fica bem no centro histórico, deixamos este aqui para uma nova visita.

Banana da Terra

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Camarões e arroz negro no Banana da Terra

Bartholomeu

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Aperitivo barriga de porco no Bartholomeu

Antes de terminar, gostaria de fazer uma menção e um agradecimento a minha esposa Bruna, que além de fazer a maioria das fotos aqui apresentadas, também abrilhanta a cena em algumas delas. Meu muito obrigado por tudo.

Pessoal, vou ficando por aqui, espero que vocês tenham gostado do relato de nossa visita a Paraty. Sugestões e comentários são sempre bem vindos. Obrigado pela visita.

Abaixo segue o mapa com os endereços de todos os pontos comentados no post.


Mapas

A parte 1 deste post também pode ser consultada aqui.

2017

Dicas de viagem para Paraty – RJ – Parte 1

Dicas de viagem para Paraty – RJ

Boa tarde pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Tivemos dois meses muito atribulados por aqui, mas já passou, pretendo continuar a frequência de atualizações semanais que vinha praticando. Pois bem, vamos ao post sobre nossa recente viagem realizada em junho de 2017.

Paraty é uma cidade linda que fica no litoral sul do Rio de Janeiro e fica a 258km do Rio de Janeiro e 269km de São Paulo. Durante o período colonial brasileiro, Paraty foi seu maior porto exportador de ouro, a cidade era o final, ou o início (depende do ponto de vista), do caminho velho da Estrada Real, que ia dali até Vila Rica em Minas Gerais.

A região é muito conhecida pela cultura caiçara, pelos quilombos ali instalados e também pelos engenhos que existiam por lá, hoje transformados em boas cachaçarias. De fato, na época do Brasil colônia, “uma Paraty” era sinônimo de uma dose de cachaça. Ainda hoje a cachaça da região é muito apreciada, vale experimentar.


Período ideal para ir?

O melhor período para visitar qualquer local vai variar com o interesse da sua viagem. Por exemplo, se procuramos praia o ideal é pegarmos um período sem chuvas e com sol. Se quisermos esquiar por sua vez, vamos procurar um período onde no local visitado vá haver neve e por aí adiante.

Em Paraty ao longo do ano, as temperaturas não variam muito, a mínima não desce mais do que 16C (geralmente no período da noite) e a máxima não passa de 32C. No meu entendimento o que vai definir o melhor período para visitar Paraty vai ser o índice pluviométrico, que como nosso gráfico mostra logo abaixo, os melhores meses são os meses do inverno, isso mesmo, os meses do inverno.

Junho, julho e agosto te proporcionarão dias de sol (em nossa última viagem eu bobeei com o protetor solar que até cheguei a ficar com a pele vermelha no segundo dia), com uma probabilidade de chuva bem mais baixa. Nestes meses há a possibilidade de vocês encontrarem as coisas um pouco mais caras e agitadas por coincidirem com meses de férias escolares, nessa época a cidade tende a ficar um pouco cheia.

No verão também há uma demanda elevada, que é tradicionalmente a época em que mais tiramos nossas férias por aqui no Brasil – “se eu resolver ir em janeiro eu vou necessariamente pegar chuva?” Não! A ideia não é essa, pode ser que os 256 mm de chuva de janeiro caiam todos em uma semana só e nas demais o sol brilhe forte, isso quem define é a natureza. O verão também é uma ótima época, mas com a probabilidade muito maior de pegar chuva. Prestem atenção as barras verdes no gráfico abaixo.

clima_paraty

Gráfico do clima


Como se locomover?

O deslocamento em Paraty é um assunto fácil a ser tratado, a minha recomendação é que você vá de carro! O centro histórico é super fácil de ser percorrido a pé – aliás, o centrinho mesmo você só irá percorrê-lo a pé, ele é fechado para carros –  mas alguns pontos de maior interesse (que mostrarei mais adiante) são todos mais distantes, e você  fatalmente necessitará de carro. Lugares como Trindade, Praia do Sono, Ilha do Cedro e Ilha do Pelado vão demandar deslocamentos de mais de 30 minutos e com transporte público não muito efetivo ou não muito conveniente.

A única ressalva que faço com relação ao carro é para quem vai ficar em hotel/pousada/casa no centro – ou nas imediações – e não pretende ir para lugares um pouco afastados. Se sua ideia é só curtir o centro histórico e fazer um passeio de barco pela região, você realmente não vai usar muito o carro e poderá até abrir mão de sua utilização.

Há linhas regulares de ônibus do Rio para Paraty pela viação Costa Verde, em dias úteis a viação possui 12 frequências  partindo do terminal Novo Rio. De São Paulo são 5 frequências utilizando a viação Reunidas, os ônibus partem do terminal Tietê. O terminal rodoviário de Paraty fica muito perto do centro histórico e uma corrida de taxi até seu hotel não será nada exorbitante (vale a pena pagar o taxi, para evitar de arrastar malas pelas ruas de pé de moleque – dependendo de onde for seu hotel, você não escapará disso, vale combinar o pickup com seu hotel se estiver disponível).

Deixo no link a seguir uma simulação para uma semana de aluguel de carro partindo do aeroporto de Guarulhos.


Quanto tempo ficar?

Para mim a solução para a equação do tempo de estadia é bem complicada de se acertar. Entendo que o período ideal para se cobrir os pontos de interesse de Paraty é de 4 a 7 dias, considerando sempre os interesses de cada um. Para quem quer aproveitar tudo com mais calma, 7 dias serão ótimos, você poderá repetir um restaurante que gostou muito, uma praia legal, passar uma manhã de bobeira na piscina de seu hotel/pousada – caso haja.

Por outro lado, quem quer cobrir o básico e indispensável e já partir para outro pouso,  4 dias vão ficar ótimos e deixam sempre aquele gostinho de quero mais, aquela promessa constante de que uma hora voltaremos ali.

Mais que sete dias só se você gostar muito da região ou tiver outros interesses (como eventos,  parentes e amigos por lá, por exemplo).


Chegadas e Saídas

A principal via de chegada e saída de Paraty é a BR-101, seja vindo do litoral paulista ou vindo do Rio de Janeiro. Para quem vem de São Paulo – capital – ou saindo do aeroporto de Guarulhos, usará a BR-116 – Dutra – indo até Guaratinguetá, e ali pegando a BR-459 e indo diretamente até Paraty passando por Cunha.

Segue o mapa com as rotas partindo do Rio e de São Paulo. Além dos principais pontos de interesse da cidade.


Hospedagem

Ficamos hospedados na Pousada do Príncipe, chegamos bem tarde vindos do Rio de Janeiro, ainda assim havia um recepcionista para nos receber com cara de sono mas feliz. O checkin foi super rápido, já estava tudo separadinho para nossa estadia. O atendente foi super atencioso, gastou um tempinho nos explicando tudo que havia por ali e no final nos ajudou com as malas até o quarto. Assim como ele, todo o staff do hotel foi muito atencioso e nos atendeu a contento em todas as nossas demandas.

A pousada possui uma boa infraestrutura, com piscina, restaurante, jardins agradáveis onde pode-se ler e relaxar. O café da manhã é simples, mas bem gostoso. De noite no primeiro dia, não queríamos sair e pedimos dois pratos tailandeses servidos por eles, estavam muito gostosos, recomendo.

Não gostei muito do acesso a internet, mas isso nunca é essencial para minha escolha de uma acomodação, funcionava, mas a velocidade era baixa.

Os quartos eram bons e funcionais, o serviço de quarto funcionou perfeitamente bem, a limpeza era impecável.

Gostei muito da decoração e da história da propriedade, nos disseram que ela já pertenceu a antiga família real portuguesa,  inclusive pelos corredores vê-se a árvore genealógica da família – desde Dom João VI.

Caso seja do interesse uma hospedagem boa e com preço acessível, recomendo este hotel. Reservas podem ser feitas pelo booking, clicando aqui.

 

Outras boas opções de hospedagens são os  hotéis a seguir:

Pousada Literária de Paraty – super pousada, situada no centro histórico e com um restaurante excelente junto a ele (falo do restaurante no próximo post).

Pousada do Ouro – ótima pousada no centro histórico, tradicional em Paraty e bastante procurada, também fica no centro histórico.

Pousada do Sandi – boa pousada, fica fora do centro histórico, mas tão perto quanto a pousada do Príncipe.

Preços e disponibilidades para as três pousadas podem ser encontradas neste link aqui.


No próximo Post eu falarei sobre cada um dos pedaços do paraíso, ou melhor, sobre cada uma das atrações da cidade, assim como dicas de excelentes restaurantes por lá – aguardem e confirmem.

Muito obrigado, boa noite e até a próxima semana.

Para ver a parte final do roteiro a Paraty, clique aqui.